04/12/2019 às 11h16min - Atualizada em 04/12/2019 às 11h16min

PSL confirma punições a 18 deputados ligados a Bolsonaro

Sanções vão de advertência até suspensão de atividades por 12 meses. Parte dos alvos deve deixar a sigla para se juntar a novo partido criado por Bolsonaro.

O Diretório Nacional do PSL confirmou nesta terça-feira (3) punição a 18 deputados da sigla ligados a Jair Bolsonaro (Sem Partido).

As penas vão de advertência até suspensão das atividades partidárias por 12 meses e foram recomendadas pela Executiva Nacional da legenda na semana passada. Na terça-feira (3), o diretório homologou as punições.

Pela decisão do comando do PSL, estão suspensas as atividades partidárias de:

  • Bibo Nunes: 12 meses
  • Alê Silva: 12 meses
  • Bia Kicis: 6 meses
  • Carla Zambelli: 6 meses
  • Carlos Jordy: 7 meses
  • Daniel Silveira: 12 meses
  • Eduardo Bolsonaro: 12 meses
  • General Girão: 3 meses
  • Filipe Barros: 6 meses
  • Junio Amaral: 3 meses
  • Luiz Philippe de Órleans e Bragança: 3 meses
  • Márcio Labre: 6 meses
  • Sanderson: 10 meses
  • Vitor Hugo: 7 meses

Com a suspensão das atividades partidárias, Eduardo Bolsonaro, um dos filhos do presidente Jair Bolsonaro, deixará o posto de líder da bancada do partido na Câmara.

Outros quatro deputados foram punidos com advertência. São eles:

  • Aline Sleutjes;
  • Chris Tonietto;
  • Hélio Lopes;
  • Coronel Armando.

A situação dos deputados do PSL suspensos que integram comissões na Câmara dos Deputados ainda está indefinida.

Como são indicados para as comissões pelo líder da sigla, a vaga desses parlamentares ainda dependerá de avaliação do partido.

O regimento da Câmara, no entanto, assegura o direito de os deputados serem titulares de ao menos uma comissão permanente. Esse ponto também poderá ser considerado pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM).


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