08/03/2022 às 19h21min - Atualizada em 08/03/2022 às 19h21min

São Paulo vai retirar obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre

Em locais fechados, no entanto, nada muda: as máscaras seguirão, por ora, obrigatórias. Estudo da Vigilância Sanitária municipal também recomendou a liberação das máscaras em locais abertos.

Redação
O governo de São Paulo decidiu retirar a obrigatoriedade do uso de máscaras ao ar livre em todo o estado. A decisão sobre quais regras valerão para as escolas só será tomada na manhã de quarta-feira (9), pouco antes da coletiva de imprensa do governador João Doria (PSDB) marcada para o anúncio das medidas.
 
Para os técnicos do comitê, a liberação do uso de máscaras em ambientes abertos já pode ser determinada a partir desta quarta-feira. Em locais fechados, no entanto, nada muda: as máscaras seguirão, por ora, obrigatórias.
 
Estudo da Vigilância Sanitária da cidade de São Paulo - SP recomendou a liberação das máscaras em locais abertos, e a manutenção da obrigatoriedade do equipamento contra a Covid-19 em lugares fechados.
 
O estudo foi enviado pelo prefeito Ricardo Nunes (MDB) para o vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) e encaminhado ao Comitê Científico estadual.
 
O estudo feito pela Vigilância Sanitária da cidade de São Paulo traz três recomendações:
 
Seguir com as medidas não farmacológicas de precaução: manter a etiqueta respiratória; higiene das mãos; evitar aglomeração; manter o uso de máscaras em locais fechados, como transporte público;
Intensificar a vacinação de dose de reforço da população adulta;
A desobrigação do uso de máscaras ao ar livre, e ambientes abertos como ruas a parques.
 
De acordo com o estudo, as recomendações se dão no contexto de melhora de praticamente todos os indicadores da pandemia da Covid-19.
 
“Neste momento, o Cenário Epidemiológico é de queda importante do número de doentes pela Covid-19 nas últimas semanas e, os indicadores assistenciais apresentam as menores taxas de ocupação de leitos de UTI e Enfermaria desde 2020”, diz um trecho do estudo.
 
O estudo também cita a “robusta cobertura vacinal da capital em todas as faixas etárias elegíveis”.
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