07/11/2021 às 13h21min - Atualizada em 07/11/2021 às 13h21min

Bolsonaro deixa deterioração econômica como herança para próximo presidente

Legado inclui piora do ambiente interno de negócios e da imagem internacional do país.

Jornal Folha de S. Paulo.

Reportagem do jornal Folha de S. Paulo neste domingo (7) alerta: “Quem assumir a presidência do Brasil em 2023, seja o atual presidente reeleito ou não, terá de lidar com uma herança que inclui piora do ambiente interno de negócios, da imagem internacional do país e dos principais indicadores da economia”.

A reportagem aponta que considerando as projeções atuais para o final de 2022, praticamente todos os grandes indicadores macroeconômicos do país pioraram sob o governo Bolsonaro.

O cenário projetado é de juros, inflação, desemprego e endividamento mais elevados, atividade econômica, investimentos estrangeiros e câmbio mais fracos.

O dólar deve passar de R$ 3,87 ao fim de 2018 para R$ 5,50 no ano que vem, uma das maiores desvalorizações entre países emergentes no período. O desemprego subiria de 11,6% para 12,2%, níveis historicamente elevados, aponta a reportagem.


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