10/01/2021 às 12h28min - Atualizada em 10/01/2021 às 12h28min

Professores de São Paulo planejam greve pela vacina antes da volta às aulas presenciais

A proposta do governo paulista é retomar as aulas presenciais na rede pública no dia 1° de fevereiro no sistema de rodízio de alunos.

O Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) foi ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir que os educadores recebam o mesmo tratamento dos profissionais do setor de saúde, sendo vacinados na primeira fase.

O magistério paulista planeja greve caso o governo de João Doria (PSDB) contrate professores temporários para substituir os efetivos durante a pandemia. A proposta do governo paulista é retomar as aulas presenciais na rede pública no dia 1° de fevereiro no sistema de rodízio de alunos.

Segundo Doria, a contratação de docentes temporários tem como objetivo de substituir os docentes efetivos que fazem parte da população de risco ou que apresentarem atestado médico justificando sua permanência em casa.

O problema disso tudo é que Doria não tem as vacinas que jura possuir. Ora, como o tucano negocia vacinas que são do SUS com estados e municípios se ele não tem sequer o imunizante para os professores? A conta não fecha.

Em São Paulo, o plano prevê que os docentes da rede escolar de ensino médio serão imunizados na quarta fase da campanha de vacinação. Para afastar riscos de contaminação de professores e servidores, a Secretaria Estadual da Educação informou que dotou a rede escolar com equipamentos de proteção individual e material de higiene, reformou os banheiros de 4,6 mil escolas e adotará uma distância mínima entre alunos e professores.


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