19/10/2019 às 12h22min - Atualizada em 19/10/2019 às 12h22min

Crise no PSL ajuda a turbinar a participação do MDB em cargos chaves

O MDB passa a ocupar duas lideranças do governo de Jair Bolsonaro (PSL) no Legislativo. No Senado, o líder do governo é o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB).

Foto: Pedro França/Agência Senado

Maior partido do país em número de filiados, o MDB foi, até agora, o maior beneficiário da crise interna do PSL. Com a substituição da deputada federal Joice Hasselmann (PSL) pelo senador Eduardo Gomes (MDB) como líder do governo no Congresso, o MDB passa a ocupar duas lideranças do governo de Jair Bolsonaro (PSL) no Legislativo. No Senado, o líder do governo é o senador Fernando Bezerra Coelho (MDB).

O perfil de Gomes alinhado ao de Bolsonaro, foi o que levou à escolha do presidente. O senador votou contra desidratar a reforma da Previdência e a favor do decreto presidencial que flexibilizou o porte de armas. A nomeação dele favorece a estratégia do MDB de ampliar seu espaço de poder. O partido também está de olho nas eleições municipais de 2020.

O senador Eduardo Braga (MDB) afirmou que a escolha por Gomes como líder do governo no Congresso foi uma decisão de Bolsonaro, e não significa que o partido esteja buscando uma aproximação com o governo. “Foi uma escolha pessoal do presidente. O partido não tem alinhamento com o governo, tem uma posição de independência. Se estamos em evidência, é mérito dos senadores, que têm competência”, disse o emedebista.


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