22/06/2020 às 19h57min - Atualizada em 22/06/2020 às 19h57min

Presidente interina da Bolívia marca eleições para 6 de setembro

O presidente do TSE informou que estão sendo elaborados protocolos para a proteção da saúde pública durante o processo eleitoral, com o apoio de especialistas.

A presidente interina da Bolívia, Jeanine Áñez, promulgou a lei que define para o dia 6 de setembro a data das novas eleições gerais. Apesar da pandemia do novo coronavírus, os bolivianos se preparam para escolher o novo presidente do país.

Áñez afirmou que foi pressionada por adversários políticos e disse que fará o possível para que as eleições sejam seguras e com menor risco de contágio possível.

“A Assembleia Legislativa controlada pelo MAS [Movimento ao Socialismo, partido de Evo Morales] aprovou a lei para as eleições em 6 de setembro. Fui pressionada pelo MAS, por Carlos Mesa [ex-candidato à presidência pelo partido Comunidade Cidadã] e outros políticos para realizar as eleições”, escreveu Áñez em redes sociais.

A presidente interina afirmou em pronunciamento à nação que, após conversar com o presidente do Tribunal Supremo Eleitoral (TSE), decidiu promulgar a lei.

O presidente do TSE, Salvador Romero, informou que estão sendo elaborados protocolos para a proteção da saúde pública durante o processo eleitoral, com o apoio de especialistas. Ele afirmou que serão criados padrões de treinamento e manuseio de material eleitoral. Assim que forem aprovados, uma vez aprovados os protocolos, eles serão tornados públicos.

As eleições de setembro serão as primeiras desde que Evo Morales foi reeleito, em outubro do ano passado. O pleito, no entanto, teve acusações de fraudes e foi cancelado. Evo renunciou ao mandato e Jeanine Áñez, que era a segunda vice-presidente do Senado, assumiu a presidência interina, em 12 de novembro.


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