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Volkswagen admite apoio à ditadura militar no Brasil e vai indenizar vítimas

O grupo Volkswagen reconheceu ter apoiado a ditadura militar no Brasil e iniciou negociação para indenizar os afetados pelo regime, de acordo com um porta-voz da montadora na Alemanha. As informações são da agência EFE.

 

“A Volkswagen reconhece sua responsabilidade moral pelas injustiças ocorridas durante a ditadura militar no Brasil. A Volkswagen do Brasil negocia de forma construtiva com vítimas da ditadura e com o Ministério Público brasileiro”, informou o porta-voz. “Nas negociações com as autoridades se trata também uma compensação financeira, mas sobre a quantia de possíveis pagamentos não há ainda nenhuma decisão”.

 

Um investigador independente apurou a influência do grupo alemão na ditadura do país. O resultado da investigação deve ser apresentado por executivos da empresa ainda neste mês. A companhia também foi alvo de escrutínio durante a Comissão da Verdade, que discutiu no Congresso crimes contra os direitos humanos cometidos durante a ditadura.

 

Ex-funcionários do grupo denunciaram ter sido espionados por seus chefes da empresa alemã por ordem dos militares que governavam o país.

O grupo Volkswagen reconheceu ter apoiado a ditadura militar no Brasil e iniciou negociação para indenizar os afetados pelo regime, de acordo com um porta-voz da montadora na Alemanha. As informações são da agência EFE.

 

“A Volkswagen reconhece sua responsabilidade moral pelas injustiças ocorridas durante a ditadura militar no Brasil. A Volkswagen do Brasil negocia de forma construtiva com vítimas da ditadura e com o Ministério Público brasileiro”, informou o porta-voz. “Nas negociações com as autoridades se trata também uma compensação financeira, mas sobre a quantia de possíveis pagamentos não há ainda nenhuma decisão”.

 

Um investigador independente apurou a influência do grupo alemão na ditadura do país. O resultado da investigação deve ser apresentado por executivos da empresa ainda neste mês. A companhia também foi alvo de escrutínio durante a Comissão da Verdade, que discutiu no Congresso crimes contra os direitos humanos cometidos durante a ditadura.

 

Ex-funcionários do grupo denunciaram ter sido espionados por seus chefes da empresa alemã por ordem dos militares que governavam o país.

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