Vereador Leandro Bizetto de Campo Limpo Paulista acha que é legal prefeito mandar agredir

Por: Eduardo Rodrigues

 

Excluindo-se os vereadores Evandro Giora (PROS), Marcelo de Araújo (PR), vereadora Dulce do Prado Amato (PR) e o Presidente Denis Roberto Braghetti, os demais seguiram a tese do vereador Leandro Bizetto, que deixou de analisar se a atitude do prefeito é compatível com a dignidade e o decoro que o cargo exige e tratou somente da questão criminal, que será investigada pelo MPE e pela Policia.

 

Na sessão da terça-feira (21) na Câmara de Campo Limpo Paulista – SP o vereador Leandro Bizetto (PSDB), disse na tribuna que não viu ilegalidade alguma na conduta do prefeito cassado, Roberto Antonio Japim de Andrade, Japim de Andrade (PROS) ao mandar o ex-servidor Carlos Rodrigues Ladeira, o Alemão de Botujuru, agredir o ex-diretor de Administração da prefeitura Tiago Loures M. Silva.

 

Leandro em sua fala questionou também o fato de que mais uma vez a denuncia é feita por um funcionário exonerado da prefeitura. Dessa forma, devemos acreditar que o vereador entende que o juiz Sergio Moro ou mesmo o Supremo Tribunal Federal (STF), não deveriam aceitar as delações feitas na Operação Lava Jato, que escacaram uma verdadeira organização criminosa atuando no Brasil, pois as delações foram feitas por pessoas que participaram dos crimes investigados pela Policia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF).

 

A conclusão a que chegamos é que todos estão errados e o vereador de Campo Limpo Paulista é o único que está correto, afinal a algumas sessões esse edil ocupou a tribuna para dizer “sou muito inteligente”.

 

Por definição, legal é aquilo que é dentro da lei, no sentido formal, ou aquilo que é positivo, no seu uso coloquial e ilegal é que se opõe à lei; ilícito.

 

O vereador precisa esclarecer à cidade se somente o prefeito pode mandar agredir ou qualquer cidadão está livre para agir dessa maneira “legal”.

 

A denuncia baseou-se no inciso X do artigo 4º do Decreto-Lei nº 201/67, que estabelece: “Art. 4º São infrações político-administrativas dos Prefeitos Municipais sujeitas ao julgamento pela Câmara dos Vereadores e sancionadas com a cassação do mandato; X – Proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo”.

 

Portanto a denuncia pedia que os vereadores analisassem se a atitude do prefeito é compatível com a dignidade e o decoro que o cargo exige e a questão criminal será investigada pelo Ministério Público Estadual (MPE) e pela policia.

 

Decoro do cargo, consiste no comportamento exemplar que é esperado dos representantes políticos. Caso haja a chamada “quebra de decoro”, ou seja, o político inflija um das regras de conduta, este deverá ser punido, correndo o risco de perder o seu mandato.

 

O decoro também se refere a postura requerida aos indivíduos que exercem cargos ou funções públicas de modo geral.

 

Etimologicamente, a palavra “decoro” se originou a partir do latim decorum, que significa “decência” ou “conveniência”. Este termo, por sua vez, deriva do verbo decere, que quer dizer “convir” ou “ser adequado”.

 

Excluindo-se os vereadores Evandro Giora (PROS), Marcelo de Araújo (PR) e a vereadora Dulce do Prado Amato (PR) os demais seguiram a mesma linha e aceitaram a tese do tucano.

 

O vereador Evandro Giora em sua fala disse que, esse é o modus operandi (modo pelo qual um indivíduo ou uma organização desenvolve suas atividades ou opera) do Executivo, ou seja, agredir, bater, ameaçar e intimidar.

Por: Eduardo Rodrigues

 

Excluindo-se os vereadores Evandro Giora (PROS), Marcelo de Araújo (PR), vereadora Dulce do Prado Amato (PR) e o Presidente Denis Roberto Braghetti, os demais seguiram a tese do vereador Leandro Bizetto, que deixou de analisar se a atitude do prefeito é compatível com a dignidade e o decoro que o cargo exige e tratou somente da questão criminal, que será investigada pelo MPE e pela Policia.

 

Na sessão da terça-feira (21) na Câmara de Campo Limpo Paulista – SP o vereador Leandro Bizetto (PSDB), disse na tribuna que não viu ilegalidade alguma na conduta do prefeito cassado, Roberto Antonio Japim de Andrade, Japim de Andrade (PROS) ao mandar o ex-servidor Carlos Rodrigues Ladeira, o Alemão de Botujuru, agredir o ex-diretor de Administração da prefeitura Tiago Loures M. Silva.

 

Leandro em sua fala questionou também o fato de que mais uma vez a denuncia é feita por um funcionário exonerado da prefeitura. Dessa forma, devemos acreditar que o vereador entende que o juiz Sergio Moro ou mesmo o Supremo Tribunal Federal (STF), não deveriam aceitar as delações feitas na Operação Lava Jato, que escacaram uma verdadeira organização criminosa atuando no Brasil, pois as delações foram feitas por pessoas que participaram dos crimes investigados pela Policia Federal (PF) e Ministério Público Federal (MPF).

 

A conclusão a que chegamos é que todos estão errados e o vereador de Campo Limpo Paulista é o único que está correto, afinal a algumas sessões esse edil ocupou a tribuna para dizer “sou muito inteligente”.

 

Por definição, legal é aquilo que é dentro da lei, no sentido formal, ou aquilo que é positivo, no seu uso coloquial e ilegal é que se opõe à lei; ilícito.

 

O vereador precisa esclarecer à cidade se somente o prefeito pode mandar agredir ou qualquer cidadão está livre para agir dessa maneira “legal”.

 

A denuncia baseou-se no inciso X do artigo 4º do Decreto-Lei nº 201/67, que estabelece: “Art. 4º São infrações político-administrativas dos Prefeitos Municipais sujeitas ao julgamento pela Câmara dos Vereadores e sancionadas com a cassação do mandato; X – Proceder de modo incompatível com a dignidade e o decoro do cargo”.

 

Portanto a denuncia pedia que os vereadores analisassem se a atitude do prefeito é compatível com a dignidade e o decoro que o cargo exige e a questão criminal será investigada pelo Ministério Público Estadual (MPE) e pela policia.

 

Decoro do cargo, consiste no comportamento exemplar que é esperado dos representantes políticos. Caso haja a chamada “quebra de decoro”, ou seja, o político inflija um das regras de conduta, este deverá ser punido, correndo o risco de perder o seu mandato.

 

O decoro também se refere a postura requerida aos indivíduos que exercem cargos ou funções públicas de modo geral.

 

Etimologicamente, a palavra “decoro” se originou a partir do latim decorum, que significa “decência” ou “conveniência”. Este termo, por sua vez, deriva do verbo decere, que quer dizer “convir” ou “ser adequado”.

 

Excluindo-se os vereadores Evandro Giora (PROS), Marcelo de Araújo (PR) e a vereadora Dulce do Prado Amato (PR) os demais seguiram a mesma linha e aceitaram a tese do tucano.

 

O vereador Evandro Giora em sua fala disse que, esse é o modus operandi (modo pelo qual um indivíduo ou uma organização desenvolve suas atividades ou opera) do Executivo, ou seja, agredir, bater, ameaçar e intimidar.

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