Universidade Metodista fecha cursos e demite ao menos 45 professores no ABC, diz sindicato

O Sindicato dos Professores do ABC (Sinpro ABC) estima que ao menos 45 professores foram demitidos pela Universidade Metodista de São Paulo neste semestre, quando uma nova cúpula assumiu a gestão da instituição de ensino. Os cursos mais afetados são de pós-graduação, segundo alunos e professores.

 

De acordo com o Sinpro ABC, cinco programas de pós-graduação perderam professores nas últimas semanas – comunicação, educação, administração, psicologia e ciências da religião.

 

“O número de demissões beira 45 professores e a expectativa é de que ocorram ao menos outras 15 até o dia 18 de dezembro, com o encerramento do ano letivo. A área de pós-graduação é a mais afetada. Na graduação estão fechando cursos, como matemática, biologia, letras, filosofia. Vamos acionar a Justiça para preservar os direitos dos docentes afastados”, afirma José Jorge Maggio, presidente do Sinpro ABC, que tem acolhido e orientado a categoria sobre os direitos trabalhistas após os desligamentos.

 

Os desligamentos de professores começaram a acontecer neste semestre, logo depois que o novo reitor, o professor Paulo Borges Campos Júnior, assumiu o cargo de administrador da instituição. Em seguida, alguns diretores das faculdades foram substituídos.

 

“A Metodista alega crise econômica no Brasil, mas não faz muito sentido porque não afastaram os professores que ganham mais. Afastaram aqueles estavam à frente de movimentos que resistiam contra a extinção de cursos na universidade”, aponta Maggio.

 

A crise na universidade atinge os três campos – Vergueiro, Planalto e Rudge Ramos, mas com mais impacto neste último, de acordo com o Sindicato dos Professores do ABC.

O Sindicato dos Professores do ABC (Sinpro ABC) estima que ao menos 45 professores foram demitidos pela Universidade Metodista de São Paulo neste semestre, quando uma nova cúpula assumiu a gestão da instituição de ensino. Os cursos mais afetados são de pós-graduação, segundo alunos e professores.

 

De acordo com o Sinpro ABC, cinco programas de pós-graduação perderam professores nas últimas semanas – comunicação, educação, administração, psicologia e ciências da religião.

 

“O número de demissões beira 45 professores e a expectativa é de que ocorram ao menos outras 15 até o dia 18 de dezembro, com o encerramento do ano letivo. A área de pós-graduação é a mais afetada. Na graduação estão fechando cursos, como matemática, biologia, letras, filosofia. Vamos acionar a Justiça para preservar os direitos dos docentes afastados”, afirma José Jorge Maggio, presidente do Sinpro ABC, que tem acolhido e orientado a categoria sobre os direitos trabalhistas após os desligamentos.

 

Os desligamentos de professores começaram a acontecer neste semestre, logo depois que o novo reitor, o professor Paulo Borges Campos Júnior, assumiu o cargo de administrador da instituição. Em seguida, alguns diretores das faculdades foram substituídos.

 

“A Metodista alega crise econômica no Brasil, mas não faz muito sentido porque não afastaram os professores que ganham mais. Afastaram aqueles estavam à frente de movimentos que resistiam contra a extinção de cursos na universidade”, aponta Maggio.

 

A crise na universidade atinge os três campos – Vergueiro, Planalto e Rudge Ramos, mas com mais impacto neste último, de acordo com o Sindicato dos Professores do ABC.

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