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Uber esconde roubo de dados de 57 milhões de usuários

Cerca de 57 milhões de usuários e motoristas do Uber Technologies tiveram os seus dados pessoais roubados por hackers, mas a empresa escondeu isso por mais de um ano. Nesta semana, o diretor de Segurança, Joe Sullivan, e um de seus assessores foram demitidos por terem escondido a informação. De acordo com o jornal O Globo, os dados – nomes, endereços e números de telefone – foram roubados em 2016.

 

Os invasores tiveram acesso às informações pessoais de cerca de 7 milhões de motoristas, incluindo 600 mil números de licenças nos EUA. O Uber explicou que números de previdência, detalhes sobre cartões de crédito, rota de viagem e outros dados não foram hackeados.

 

A publicação destaca que, na época da invasão, a Uber estava negociando com os órgãos reguladores dos EUA as investigações de algumas reclamações de violação de privacidade. A empresa reconhece que tinha a obrigação legal de informar sobre o ocorrido aos investigadores e aos motoristas que o número de suas licenças haviam sido roubadas. No entanto, a companhia pagou aos hackers US$ 100 mil para deletarem os dados e manter a violação em segredo.

 

Segundo a empresa, acredita-se que as informações não tenham sido usadas. “Nada disso deveria ter acontecido e não há desculpas para isso. Estamos mudando nossa maneira de fazer negócio”, disse Dara Khosrowshahi, que assumiu o cargo de CEO em Setembro, por e-mail.

Cerca de 57 milhões de usuários e motoristas do Uber Technologies tiveram os seus dados pessoais roubados por hackers, mas a empresa escondeu isso por mais de um ano. Nesta semana, o diretor de Segurança, Joe Sullivan, e um de seus assessores foram demitidos por terem escondido a informação. De acordo com o jornal O Globo, os dados – nomes, endereços e números de telefone – foram roubados em 2016.

 

Os invasores tiveram acesso às informações pessoais de cerca de 7 milhões de motoristas, incluindo 600 mil números de licenças nos EUA. O Uber explicou que números de previdência, detalhes sobre cartões de crédito, rota de viagem e outros dados não foram hackeados.

 

A publicação destaca que, na época da invasão, a Uber estava negociando com os órgãos reguladores dos EUA as investigações de algumas reclamações de violação de privacidade. A empresa reconhece que tinha a obrigação legal de informar sobre o ocorrido aos investigadores e aos motoristas que o número de suas licenças haviam sido roubadas. No entanto, a companhia pagou aos hackers US$ 100 mil para deletarem os dados e manter a violação em segredo.

 

Segundo a empresa, acredita-se que as informações não tenham sido usadas. “Nada disso deveria ter acontecido e não há desculpas para isso. Estamos mudando nossa maneira de fazer negócio”, disse Dara Khosrowshahi, que assumiu o cargo de CEO em Setembro, por e-mail.

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