TRE-RJ nega pedido de habeas corpus para presidente do PR

Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) negou na tarde da segunda-feira (4) o pedido de Habeas Corpus para Antonio Carlos Rodrigues, presidente do Partido da República (PR). Por unanimidade, os desembargadores do tribunal decidiram manter preso o representante da legenda.

 

A defesa de Antonio Carlos Rodrigues diz que já existe um pedido de habeas corpus no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os advogados Daniel Bialski e Marcelo Bessa “reiteram que não existe motivação idônea e necessidade para continuidade da prisão”, segundo nota enviada à imprensa.

 

Antonio Carlos Rodrigues teve o mandado de prisão expedido durante a Operação Caixa D’água. Na mesma ação, foram presos os ex-governadores do Rio Rosângela Barros Assed Matheus de Oliveira, Rosinha Matheus e o marido dela, Anthony William Matheus de Oliveira, Anthony Garotinho, que também são do PR.

 

A investigação apurou crimes de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação das contas eleitorais. Ao todo, foram expedidos 9 mandados de prisão e dez de busca e apreensão pelo juiz eleitoral de Campos dos Goytacazes – RJ.

 

Foram cinco os votos de magistrados que decidiram manter Antonio Carlos Rodrigues preso. Todos acompanharam a justificativa da relatora, a desembargadora Cristiane Frota, que destacou o “protagonismo” do presidente do PR, ao lado de Garotinho, na organização criminosa.

 

A magistrada também ressalta na decisão que Antonio Carlos Rodrigues foi considerado foragido da Justiça. Mesmo após ter a prisão decretada, o presidente da legenda saiu de São Paulo – onde deveria ter sido cumprido o mandado – e se escondeu num apartamento funcional da Câmara dos Deputados, em Brasília – DF. No dia 28 do mês passado, ele se entregou à Polícia Federal.

 

Após ser transferido para o Rio de Janeiro, o presidente do PR foi enviado para o presídio de Benfica, onde estão presos outros políticos. O ex-governador Anthony Garotinho chegou a ficar preso na cadeia, mas foi transferido para Bangu 8 por determinação da Secretaria de Administração Penitenciária.

 

A mulher de Garotinho, Rosinha Matheus, também chegou a ficar presa em Benfica, mas foi beneficiada por um Habeas Corpus e está em prisão domiciliar.

 

Antes de comandar o Ministério dos Transportes durante o governo Dilma Rousseff, Rodrigues ocupou uma cadeira no Senado como suplente de Marta Teresa Smith de Vasconcellos Suplicy, Marta Suplicy (PMDB), que, à época, havia se licenciado da casa legislativa para assumir o Ministério da Cultura.

 

Em São Paulo, Antônio Carlos Rodrigues foi o primeiro vereador a comandar quatro vezes consecutivas a presidência da Câmara Municipal, entre 2007 e 2010.

Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) negou na tarde da segunda-feira (4) o pedido de Habeas Corpus para Antonio Carlos Rodrigues, presidente do Partido da República (PR). Por unanimidade, os desembargadores do tribunal decidiram manter preso o representante da legenda.

 

A defesa de Antonio Carlos Rodrigues diz que já existe um pedido de habeas corpus no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os advogados Daniel Bialski e Marcelo Bessa “reiteram que não existe motivação idônea e necessidade para continuidade da prisão”, segundo nota enviada à imprensa.

 

Antonio Carlos Rodrigues teve o mandado de prisão expedido durante a Operação Caixa D’água. Na mesma ação, foram presos os ex-governadores do Rio Rosângela Barros Assed Matheus de Oliveira, Rosinha Matheus e o marido dela, Anthony William Matheus de Oliveira, Anthony Garotinho, que também são do PR.

 

A investigação apurou crimes de corrupção, concussão, participação em organização criminosa e falsidade na prestação das contas eleitorais. Ao todo, foram expedidos 9 mandados de prisão e dez de busca e apreensão pelo juiz eleitoral de Campos dos Goytacazes – RJ.

 

Foram cinco os votos de magistrados que decidiram manter Antonio Carlos Rodrigues preso. Todos acompanharam a justificativa da relatora, a desembargadora Cristiane Frota, que destacou o “protagonismo” do presidente do PR, ao lado de Garotinho, na organização criminosa.

 

A magistrada também ressalta na decisão que Antonio Carlos Rodrigues foi considerado foragido da Justiça. Mesmo após ter a prisão decretada, o presidente da legenda saiu de São Paulo – onde deveria ter sido cumprido o mandado – e se escondeu num apartamento funcional da Câmara dos Deputados, em Brasília – DF. No dia 28 do mês passado, ele se entregou à Polícia Federal.

 

Após ser transferido para o Rio de Janeiro, o presidente do PR foi enviado para o presídio de Benfica, onde estão presos outros políticos. O ex-governador Anthony Garotinho chegou a ficar preso na cadeia, mas foi transferido para Bangu 8 por determinação da Secretaria de Administração Penitenciária.

 

A mulher de Garotinho, Rosinha Matheus, também chegou a ficar presa em Benfica, mas foi beneficiada por um Habeas Corpus e está em prisão domiciliar.

 

Antes de comandar o Ministério dos Transportes durante o governo Dilma Rousseff, Rodrigues ocupou uma cadeira no Senado como suplente de Marta Teresa Smith de Vasconcellos Suplicy, Marta Suplicy (PMDB), que, à época, havia se licenciado da casa legislativa para assumir o Ministério da Cultura.

 

Em São Paulo, Antônio Carlos Rodrigues foi o primeiro vereador a comandar quatro vezes consecutivas a presidência da Câmara Municipal, entre 2007 e 2010.

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