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STJ vai gastar R$ 3,9 milhões com carros de luxo

Em 2018, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve gastar R$ 3,9 milhões com a troca dos veículos oficiais de ministros e desembargadores. Os carros de luxo têm custo unitário estimado em R$ 162 mil pelo próprio órgão.

 

A substituição da frota foi deliberada na sessão do Conselho de Administração realizada no dia 22 de novembro último, e aprovada por unanimidade, nos termos do voto da relatora, ministra Laurita Vaz. Serão 23 veículos, sendo 12 incluídos no orçamento de 2017 e os demais, condicionados à disponibilidade orçamentária, previstos para o ano de 2018.

 

A licitação prevê que, além de contar um veículo para cada ministro, a presidência do tribunal é atendida com um veículo de representação, o total de veículos a serem adquiridos neste novo processo seria de 24.

 

“A atual demanda justifica-se em razão do desgaste natural decorrente da quilometragem, como pela descontinuidade da importação dos veículos GM/Ômega em uso, fatores que acarretam longa espera por peças de reposição fazendo com que os veículos deixados nas oficinas autorizadas para manutenção permaneçam fora de serviço por demasiado tempo”, explica a corte.

 

Essa manutenção demorada, de acordo com o STJ, obriga a Coordenadoria de Transporte a disponibilizar para uso dos ministros um veículo GM/Ômega, ano de fabricação 2004, com quase 14 anos de uso, e que não oferece segurança desejada à autoridade, haja vista que alguns veículos já tiveram de ser encaminhados para oficina no mesmo dia em que foram disponibilizados para uso da autoridade.

Em 2018, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve gastar R$ 3,9 milhões com a troca dos veículos oficiais de ministros e desembargadores. Os carros de luxo têm custo unitário estimado em R$ 162 mil pelo próprio órgão.

 

A substituição da frota foi deliberada na sessão do Conselho de Administração realizada no dia 22 de novembro último, e aprovada por unanimidade, nos termos do voto da relatora, ministra Laurita Vaz. Serão 23 veículos, sendo 12 incluídos no orçamento de 2017 e os demais, condicionados à disponibilidade orçamentária, previstos para o ano de 2018.

 

A licitação prevê que, além de contar um veículo para cada ministro, a presidência do tribunal é atendida com um veículo de representação, o total de veículos a serem adquiridos neste novo processo seria de 24.

 

“A atual demanda justifica-se em razão do desgaste natural decorrente da quilometragem, como pela descontinuidade da importação dos veículos GM/Ômega em uso, fatores que acarretam longa espera por peças de reposição fazendo com que os veículos deixados nas oficinas autorizadas para manutenção permaneçam fora de serviço por demasiado tempo”, explica a corte.

 

Essa manutenção demorada, de acordo com o STJ, obriga a Coordenadoria de Transporte a disponibilizar para uso dos ministros um veículo GM/Ômega, ano de fabricação 2004, com quase 14 anos de uso, e que não oferece segurança desejada à autoridade, haja vista que alguns veículos já tiveram de ser encaminhados para oficina no mesmo dia em que foram disponibilizados para uso da autoridade.

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