Situação de Campo Limpo Paulista é também causada pela omissão dos vereadores

Por: Eduardo Rodrigues

 

“[…] políticos são eleitos para proteger o povo, não para apresentar-lhe a conta dos erros que eles não sabem corrigir”.

Júlio Chiavenato

 

Cada vereador eleito jura respeitar a Constituição e as leis do país, mas em regra desconhece, ou conhece e não pratica os poderes que lhe foram conferidos pela soberania popular através do voto.

 

A relação mais deprimente nesse momento de crise política é revelada pela prática quase usual do vereador, que sem esgotar os poderes de que foi investido, inclusive o de recorrer ao auxílio constitucional do Tribunal de Contas do Estado (TCE), anuncia sua coragem de ir contar para o Ministério Público Estadual (MPE) a ilegalidade que ele tem conhecimento.

 

Esse ato representa a confissão de quem é omisso, de quem prevarica, de quem não sabe que exerce um poder, de quem não sabe qual é a diferença entre o membro do Ministério Público Estadual e ele. Um é concursado, o vereador é eleito pela soberania popular. Essa distinção é nuclear no sistema da representação política.

 

Quando o vereador age assim, na verdade ele confessa a omissão no seu agir.

 

O vereador que é omisso no seu dever-poder de fiscalizar deveria responder a um processo de cassação de mandato se houvesse uma Câmara plenamente cumpridora de seus deveres constitucionais.

 

Não é por falta de leis que se tem esse panorama administrativo e político, que desanima o cidadão, pois, “políticos são eleitos para proteger o povo, não para apresentar-lhe a conta dos erros que eles não sabem corrigir”.

Por: Eduardo Rodrigues

 

“[…] políticos são eleitos para proteger o povo, não para apresentar-lhe a conta dos erros que eles não sabem corrigir”.

Júlio Chiavenato

 

Cada vereador eleito jura respeitar a Constituição e as leis do país, mas em regra desconhece, ou conhece e não pratica os poderes que lhe foram conferidos pela soberania popular através do voto.

 

A relação mais deprimente nesse momento de crise política é revelada pela prática quase usual do vereador, que sem esgotar os poderes de que foi investido, inclusive o de recorrer ao auxílio constitucional do Tribunal de Contas do Estado (TCE), anuncia sua coragem de ir contar para o Ministério Público Estadual (MPE) a ilegalidade que ele tem conhecimento.

 

Esse ato representa a confissão de quem é omisso, de quem prevarica, de quem não sabe que exerce um poder, de quem não sabe qual é a diferença entre o membro do Ministério Público Estadual e ele. Um é concursado, o vereador é eleito pela soberania popular. Essa distinção é nuclear no sistema da representação política.

 

Quando o vereador age assim, na verdade ele confessa a omissão no seu agir.

 

O vereador que é omisso no seu dever-poder de fiscalizar deveria responder a um processo de cassação de mandato se houvesse uma Câmara plenamente cumpridora de seus deveres constitucionais.

 

Não é por falta de leis que se tem esse panorama administrativo e político, que desanima o cidadão, pois, “políticos são eleitos para proteger o povo, não para apresentar-lhe a conta dos erros que eles não sabem corrigir”.

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