Sindicalistas se reúnem com Rodrigo Maia e concluem: reforma da Previdência “já era”

Representantes de centrais sindicais se encontraram na quarta-feira (7) com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). Na reunião, pediram ao deputado que pautasse a votação da reforma da Previdência somente após as eleições de outubro. Os sindicalistas saíram de lá felizes.

 

Segundo o deputado Paulinho da Força (SD), um dos participantes da reunião, Maia não disse que o assunto morreu. Mas: “Ponderou que não tem votos agora para aprovar, que será muito difícil conseguir e que não pautará mais, se não for votado até o final de fevereiro. Ficou entendido que já era”, afirmou Paulinho da Força.

 

O presidente da Força Sindical e o deputado Fernando Monteiro (PP) pegaram carona no voo de Maia de Brasília – DF para São Paulo – SP. Na viagem, Monteiro previu que a tendência agora é “só diminuir” o número de votos.

 

Monteiro chegou a calcular que 150 deputados devem ficar com o governo. Já Paulinho disse que o número não chegaria a 130. Segundo o sindicalista, Maia “escutou tudo sem argumentar contra”.

 

Participaram da reunião:

Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força – presidente da Força Sindical e deputado federal pelo Solidariedade (SD);

João Carlos Gonçalves, Juruna – secretário-geral da Força Sindical;

Eunice Cabral – vice-presidente da Força Sindical e presidente do Sindicato das Costureiras de São Paulo;

José Calixto Ramos – presidente da NCST;

João Domingos Gomes dos Santos – diretor financeiro da NCST;

Wagner Gomes – secretário-geral da CTB;

Lourenço Ferreira do Prado – secretário de Relações Internacionais da UGT;

Miguel Salaberry Filho – secretário de Relações Institucionais da UGT;

Antonio Neto – presidente da CSB;

José Avelino Pereira – vice-presidente da CSB;

Ernesto Pereira – assessor parlamentar da CSB;

Carmen Helena Ferreira Foro – representante da CUT;

Sergio Aparecido Nobre – representante da CUT.

Representantes de centrais sindicais se encontraram na quarta-feira (7) com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM). Na reunião, pediram ao deputado que pautasse a votação da reforma da Previdência somente após as eleições de outubro. Os sindicalistas saíram de lá felizes.

 

Segundo o deputado Paulinho da Força (SD), um dos participantes da reunião, Maia não disse que o assunto morreu. Mas: “Ponderou que não tem votos agora para aprovar, que será muito difícil conseguir e que não pautará mais, se não for votado até o final de fevereiro. Ficou entendido que já era”, afirmou Paulinho da Força.

 

O presidente da Força Sindical e o deputado Fernando Monteiro (PP) pegaram carona no voo de Maia de Brasília – DF para São Paulo – SP. Na viagem, Monteiro previu que a tendência agora é “só diminuir” o número de votos.

 

Monteiro chegou a calcular que 150 deputados devem ficar com o governo. Já Paulinho disse que o número não chegaria a 130. Segundo o sindicalista, Maia “escutou tudo sem argumentar contra”.

 

Participaram da reunião:

Paulo Pereira da Silva, Paulinho da Força – presidente da Força Sindical e deputado federal pelo Solidariedade (SD);

João Carlos Gonçalves, Juruna – secretário-geral da Força Sindical;

Eunice Cabral – vice-presidente da Força Sindical e presidente do Sindicato das Costureiras de São Paulo;

José Calixto Ramos – presidente da NCST;

João Domingos Gomes dos Santos – diretor financeiro da NCST;

Wagner Gomes – secretário-geral da CTB;

Lourenço Ferreira do Prado – secretário de Relações Internacionais da UGT;

Miguel Salaberry Filho – secretário de Relações Institucionais da UGT;

Antonio Neto – presidente da CSB;

José Avelino Pereira – vice-presidente da CSB;

Ernesto Pereira – assessor parlamentar da CSB;

Carmen Helena Ferreira Foro – representante da CUT;

Sergio Aparecido Nobre – representante da CUT.

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