Sérgio Moro ordena leilão de quatro imóveis de José Dirceu

Quatro imóveis pertencentes ao ex-ministro José Dirceu de Oliveira e Silva (PT) foram enviados a leilão pelo juiz Sérgio Fernando Moro. São duas casas em São Paulo – SP, uma em Vinhedo – SP e outra em Passa Quatro – MG, onde morava a mãe do petista.

 

“O condenado (José Dirceu) mostrou que não tem condições ou não quer permanecer com os imóveis, já que não está pagando as parcelas do financiamento ou o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ou o condomínio. Não se pode admitir o esvaziamento do confisco, meio para recuperação do produto de crime de corrupção, pela omissão do condenado”, diz trecho da decisão do juiz publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

 

As datas dos leilões ainda não foram definidas.

 

José Dirceu foi condenado em primeira instância, em duas ações, a um total 32 anos e 1 mês de prisão – um processo por 20 anos e 10 meses e outro por 11 anos e 3 meses.

 

Em segunda instância, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) julgou até o momento a primeira ação, pela qual aumentou a pena para 30 anos e 9 meses por corrupção passiva, pertinência a organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Quatro imóveis pertencentes ao ex-ministro José Dirceu de Oliveira e Silva (PT) foram enviados a leilão pelo juiz Sérgio Fernando Moro. São duas casas em São Paulo – SP, uma em Vinhedo – SP e outra em Passa Quatro – MG, onde morava a mãe do petista.

 

“O condenado (José Dirceu) mostrou que não tem condições ou não quer permanecer com os imóveis, já que não está pagando as parcelas do financiamento ou o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU) ou o condomínio. Não se pode admitir o esvaziamento do confisco, meio para recuperação do produto de crime de corrupção, pela omissão do condenado”, diz trecho da decisão do juiz publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo.

 

As datas dos leilões ainda não foram definidas.

 

José Dirceu foi condenado em primeira instância, em duas ações, a um total 32 anos e 1 mês de prisão – um processo por 20 anos e 10 meses e outro por 11 anos e 3 meses.

 

Em segunda instância, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) julgou até o momento a primeira ação, pela qual aumentou a pena para 30 anos e 9 meses por corrupção passiva, pertinência a organização criminosa e lavagem de dinheiro.

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