Se eleito, Bolsonaro diz que deve indicar militar ao Ministério da Educação

O deputado Jair Messias Bolsonaro (PSC) disse na terça-feira (28) que, caso vença a eleição presidencial de 2018, deve indicar um militar com perfil de general para o Ministério de Educação.

 

A fala foi proferida durante reunião da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília – DF. À imprensa, no entanto, Bolsonaro amenizou o discurso, mas manteve a versão de que indicaria um militar.

 

“Se tivesse que indicar agora, o meu perfil seria de alguém que tivesse comandado um colégio militar. Mas falei no contexto das escolas militarizadas no Amazonas e em Goiás. Dilma, Lula, FHC colocaram um monte de corruptos e terroristas, ninguém falava nada. Mas quando se fala em colocar um general, o mundo cai? Qual o preconceito com general?”, disse.

 

Também reforçou a tendência por nomear o economista Paulo Guedes para a pasta da Fazenda. Guedes confirmou na segunda-feira (27) que teve conversas com Bolsonaro, mas não disse se aceitaria o cargo.

 

Bolsonaro disse que não aceitará indicações políticas para a composição ministerial de seu governo. Afirmou, no entanto, que levará em conta sugestões de áreas técnicas.

 

“Qualquer partido que quiser tratar comigo, estamos à disposição. Mas ninguém pode chegar e falar ‘estamos juntos e o ministério de Transportes é meu’. Aí não dá. Indicação política leva à ineficiência do Estado”, afirmou.

 

O deputado disse ainda que caberá aos ministros indicarem seus “subalternos”, ou seja, cargos do 2º e 3º escalões.

 

O deputado defendeu um discurso mais duro quando o assunto foi segurança pública. Segundo presentes, teria repetido durante a reunião que “policiais que mais matam no Rio não devem ser punidos, mas condecorados”. Ele já havia dito isso durante evento em São Paulo nesta semana.

 

“Quando se fala em segurança, temos que radicalizar. Não adianta ouvir especialista por aí, porque especialistas nunca tiveram na frente de combate ao crime”, disse, depois, à imprensa.

 

Ele ainda defendeu a liberação de armas de maior potência para proprietários rurais.

 

“Se nos vivemos em uma democracia, a propriedade privada é sagrada. Se é sagrada, temos que, mais que liberar armas comuns no campo, temos que liberar fuzil”.

 

Também afirmou que uma opção para reduzir a atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) seria a criminalização de ocupações de terra, com penas mais duras. “Você tem que radicalizar em cima do MST. Quando se fala em radicalizar, é na lei: tem que enquadrar invasão de propriedade como terrorismo”, afirmou.

 

Mesmo estando em um evento da FPA, favorável à venda de terras para estrangeiros, Bolsonaro disse ser contra a prática.

 

“Se eu for o dono da dispensa da sua casa, o que você comerá amanhã? O que eu quiser. Se começarmos a vender terras para estrangeiros, quem tem dinheiro para comprar é a China. A nossa segurança alimentar estará nas mãos dos chineses. Não podemos entregar terras agricultáveis, subsolo e estatais estratégicas”, afirmou.

 

Além de falar que está aberto a conversas com partidos, Bolsonaro disse que tem recebido apoio de deputados e vereadores de outras siglas. Nega, no entanto, que se preocupará com alianças políticas. “Eu teria 15 segundos de tempo de TV hoje. Isso não importa, hoje temos isso”, afirmou apontando para aparelhos celulares.

 

Também disse que “o Ping-Pong PT-PSDB” deixará de existir e que, se concorrer, Lula, deve ir para o 2º turno.

O deputado Jair Messias Bolsonaro (PSC) disse na terça-feira (28) que, caso vença a eleição presidencial de 2018, deve indicar um militar com perfil de general para o Ministério de Educação.

 

A fala foi proferida durante reunião da FPA (Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), em Brasília – DF. À imprensa, no entanto, Bolsonaro amenizou o discurso, mas manteve a versão de que indicaria um militar.

 

“Se tivesse que indicar agora, o meu perfil seria de alguém que tivesse comandado um colégio militar. Mas falei no contexto das escolas militarizadas no Amazonas e em Goiás. Dilma, Lula, FHC colocaram um monte de corruptos e terroristas, ninguém falava nada. Mas quando se fala em colocar um general, o mundo cai? Qual o preconceito com general?”, disse.

 

Também reforçou a tendência por nomear o economista Paulo Guedes para a pasta da Fazenda. Guedes confirmou na segunda-feira (27) que teve conversas com Bolsonaro, mas não disse se aceitaria o cargo.

 

Bolsonaro disse que não aceitará indicações políticas para a composição ministerial de seu governo. Afirmou, no entanto, que levará em conta sugestões de áreas técnicas.

 

“Qualquer partido que quiser tratar comigo, estamos à disposição. Mas ninguém pode chegar e falar ‘estamos juntos e o ministério de Transportes é meu’. Aí não dá. Indicação política leva à ineficiência do Estado”, afirmou.

 

O deputado disse ainda que caberá aos ministros indicarem seus “subalternos”, ou seja, cargos do 2º e 3º escalões.

 

O deputado defendeu um discurso mais duro quando o assunto foi segurança pública. Segundo presentes, teria repetido durante a reunião que “policiais que mais matam no Rio não devem ser punidos, mas condecorados”. Ele já havia dito isso durante evento em São Paulo nesta semana.

 

“Quando se fala em segurança, temos que radicalizar. Não adianta ouvir especialista por aí, porque especialistas nunca tiveram na frente de combate ao crime”, disse, depois, à imprensa.

 

Ele ainda defendeu a liberação de armas de maior potência para proprietários rurais.

 

“Se nos vivemos em uma democracia, a propriedade privada é sagrada. Se é sagrada, temos que, mais que liberar armas comuns no campo, temos que liberar fuzil”.

 

Também afirmou que uma opção para reduzir a atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) seria a criminalização de ocupações de terra, com penas mais duras. “Você tem que radicalizar em cima do MST. Quando se fala em radicalizar, é na lei: tem que enquadrar invasão de propriedade como terrorismo”, afirmou.

 

Mesmo estando em um evento da FPA, favorável à venda de terras para estrangeiros, Bolsonaro disse ser contra a prática.

 

“Se eu for o dono da dispensa da sua casa, o que você comerá amanhã? O que eu quiser. Se começarmos a vender terras para estrangeiros, quem tem dinheiro para comprar é a China. A nossa segurança alimentar estará nas mãos dos chineses. Não podemos entregar terras agricultáveis, subsolo e estatais estratégicas”, afirmou.

 

Além de falar que está aberto a conversas com partidos, Bolsonaro disse que tem recebido apoio de deputados e vereadores de outras siglas. Nega, no entanto, que se preocupará com alianças políticas. “Eu teria 15 segundos de tempo de TV hoje. Isso não importa, hoje temos isso”, afirmou apontando para aparelhos celulares.

 

Também disse que “o Ping-Pong PT-PSDB” deixará de existir e que, se concorrer, Lula, deve ir para o 2º turno.

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