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PT e PMDB esquecem rusgas do impeachment e se aliam em 6 Estados

Brigados desde o impeachment de Dilma Vana Rousseff, Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) começam a aparar as rusgas com vistas às eleições do ano que vem. No momento, as alianças estão em vias de serem concretizadas em ao menos seis Estados: Alagoas, Ceará, Minas Gerais, Piauí, Sergipe e Paraná.

 

Dois dos casos mais emblemáticos são Alagoas e Ceará, redutos dos senadores peemedebistas José Renan Vasconcelos Calheiros e Eunício Lopes de Oliveira, que votaram a favor da destituição de Dilma.

 

Em âmbito nacional, o diretório do PT impediu alianças com partidos que tenham sustentado o impeachment. “Eventualmente, há conversas nos Estados, de maneira informal. São conversas nos Estados onde já temos alianças e que perduraram”, explicou o líder do PT na Câmara, Carlos Alberto Rolim Zarattini.

 

Próximo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do PT em São Paulo, Luiz Marinho, disse que o partido deveria pensar em rever a proibição.

Brigados desde o impeachment de Dilma Vana Rousseff, Partido dos Trabalhadores (PT) e Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) começam a aparar as rusgas com vistas às eleições do ano que vem. No momento, as alianças estão em vias de serem concretizadas em ao menos seis Estados: Alagoas, Ceará, Minas Gerais, Piauí, Sergipe e Paraná.

 

Dois dos casos mais emblemáticos são Alagoas e Ceará, redutos dos senadores peemedebistas José Renan Vasconcelos Calheiros e Eunício Lopes de Oliveira, que votaram a favor da destituição de Dilma.

 

Em âmbito nacional, o diretório do PT impediu alianças com partidos que tenham sustentado o impeachment. “Eventualmente, há conversas nos Estados, de maneira informal. São conversas nos Estados onde já temos alianças e que perduraram”, explicou o líder do PT na Câmara, Carlos Alberto Rolim Zarattini.

 

Próximo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do PT em São Paulo, Luiz Marinho, disse que o partido deveria pensar em rever a proibição.

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