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PSOL expulsa deputado que votou pela soltura de Picciani, Albertassi e Paulo Melo

O deputado estadual Paulo Sérgio Ramos Barboza foi expulso do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) após a votação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro que decidiu pela revogação da prisão dos deputados Jorge Sayeda Picciani, Edson Albertassi e Paulo César de Melo Sá, na tarde da sexta-feira (17). Paulo Ramos votou pela soltura dos deputados em questão.

 

Picciani, Albertassi e Paulo Melo integram a cúpula do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) no Estado e são investigados pela Operação Cadeia Velha, que apura a prática dos crimes de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas pela presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e outros cargos na Casa.

 

Em nota, o PSOL denominou o voto de Paulo Ramos de “atitude inaceitável”.

 

“O deputado estadual Paulo Ramos, que já vinha se apresentando como desligado da bancada do PSOL, tomou hoje uma atitude inaceitável: votou contra a decisão do partido e foi um daqueles que revogou a decisão unânime do TRF2 que determinava a prisão de Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB.

 

Desta forma, o deputado se colocou ao lado da máfia dos transportes, das empreiteiras e de todos aqueles que saquearam o Estado do Rio de Janeiro nas últimas décadas. O PSOL sempre esteve na luta contra estes setores e na defesa dos interesses dos trabalhadores do Estado do Rio.

 

Ao se colocar ao lado destas máfias, Paulo Ramos perdeu completamente as condições de permanecer nas fileiras do nosso partido. Diante destes fatos, a Executiva Nacional do PSOL, em conjunto com a Executiva Estadual do PSOL do Rio de Janeiro, decidem pelo imediato afastamento do deputado estadual Paulo Ramos das fileiras do partido e inicia junto à Comissão de Ética seu processo de expulsão”.

 

Na quinta-feira (16), desembargadores federais do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) decidiram, por unanimidade, que os deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi fossem presos preventivamente. Horas após a decisão, os três acusados se entregaram na sede da Polícia Federal.

O deputado estadual Paulo Sérgio Ramos Barboza foi expulso do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) após a votação na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro que decidiu pela revogação da prisão dos deputados Jorge Sayeda Picciani, Edson Albertassi e Paulo César de Melo Sá, na tarde da sexta-feira (17). Paulo Ramos votou pela soltura dos deputados em questão.

 

Picciani, Albertassi e Paulo Melo integram a cúpula do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) no Estado e são investigados pela Operação Cadeia Velha, que apura a prática dos crimes de corrupção, associação criminosa, lavagem de dinheiro e evasão de divisas pela presidência da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) e outros cargos na Casa.

 

Em nota, o PSOL denominou o voto de Paulo Ramos de “atitude inaceitável”.

 

“O deputado estadual Paulo Ramos, que já vinha se apresentando como desligado da bancada do PSOL, tomou hoje uma atitude inaceitável: votou contra a decisão do partido e foi um daqueles que revogou a decisão unânime do TRF2 que determinava a prisão de Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi, todos do PMDB.

 

Desta forma, o deputado se colocou ao lado da máfia dos transportes, das empreiteiras e de todos aqueles que saquearam o Estado do Rio de Janeiro nas últimas décadas. O PSOL sempre esteve na luta contra estes setores e na defesa dos interesses dos trabalhadores do Estado do Rio.

 

Ao se colocar ao lado destas máfias, Paulo Ramos perdeu completamente as condições de permanecer nas fileiras do nosso partido. Diante destes fatos, a Executiva Nacional do PSOL, em conjunto com a Executiva Estadual do PSOL do Rio de Janeiro, decidem pelo imediato afastamento do deputado estadual Paulo Ramos das fileiras do partido e inicia junto à Comissão de Ética seu processo de expulsão”.

 

Na quinta-feira (16), desembargadores federais do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) decidiram, por unanimidade, que os deputados estaduais Jorge Picciani, Paulo Melo e Edson Albertassi fossem presos preventivamente. Horas após a decisão, os três acusados se entregaram na sede da Polícia Federal.

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