215 visualizações

A prostituta e o vereador

Por: A. Tavarez.

 

Corrupção na politica e prostituição são práticas antigas com diferenças e semelhanças.

 

A palavra corrupção é formada do latim por “cor+rupta” (coração+ruptura) significa romper com as coisas do coração, contrariar os próprios princípios. A palavra prostituir tem origem latina em “pro+stare” (estar para alguém), pois já na antiguidade as mulheres ficavam em pontos estratégicos, expostas para os interessados. Há igualdades; se prostituir é uma forma de corrupção e se corromper é uma forma de prostituição, mas também existem diferenças, na prostituição a sobrecarga é intima e na corrupção quem se dana é a população.

 

Quando se trata de pronomes de tratamento o equilíbrio não existe, prostituta é tratada como puta, piranha, perdida, rameira, vaca, rapariga e outros termos pejorativos, para os políticos corruptos são mantidos os tratamentos de “vossa excelência” e entre si de, “nobre colega”.

 

A prostituição tem varias causas como falta de boa estrutura familiar, abandono, necessidades financeiras e muitas vezes como último recurso para sobrevivência. Nessa situação a vitima recorre a esse padecimento como pessoa vencida que quer conseguir subsistência.

 

Em sentido oposto, o político corrupto quando eleito é um vencedor e abandona seus escrúpulos deixando uma posição social e de grande status para sorrateiramente “sujar as mãos” por pura ganância.

 

Um exemplo fácil de encontrar é notado em pequenas cidades na figura dos vereadores. Um vereador eleito vai fazer parte da Câmara Municipal que tem a função constitucional de tomar conta da cidade, gerir seu futuro e no presente fiscalizar os atos do eleito em segunda posição de comando que é o prefeito.

 

Se perguntarmos sobre a obrigação dos edis a qualquer vereador em qualquer cidade do Brasil, a resposta está na ponta da língua: legislar e fiscalizar. Se sabem, porque muitos não praticam? A constatação desse fato é simples, basta perguntar a um vereador sobre contratos da prefeitura e se perceberá que não apenas deixaram de fiscalizar e sim, que nem sabiam de sua existência.

 

Prostituta não vende o corpo e vereador não vende assinatura, nos dois caos trocam dignidade por merrecas. Há mulheres que deixam de labutar em um serviço decente e honrado e aceitam fazer programas a troco de R$ 10,00 e um maço de cigarros do Paraguai, como também, existem vereadores que não “incomodam” o prefeito desde que seja colocada uma lâmpada ou tapado um buraco em tal rua onde mora um eleitor. Nos dois casos causa piedade, mas pelo menos os R$ 10,00 e o cigarro estão nas mãos enquanto o voto do cidadão beneficiado é presumido.

Por: A. Tavarez.

 

Corrupção na politica e prostituição são práticas antigas com diferenças e semelhanças.

 

A palavra corrupção é formada do latim por “cor+rupta” (coração+ruptura) significa romper com as coisas do coração, contrariar os próprios princípios. A palavra prostituir tem origem latina em “pro+stare” (estar para alguém), pois já na antiguidade as mulheres ficavam em pontos estratégicos, expostas para os interessados. Há igualdades; se prostituir é uma forma de corrupção e se corromper é uma forma de prostituição, mas também existem diferenças, na prostituição a sobrecarga é intima e na corrupção quem se dana é a população.

 

Quando se trata de pronomes de tratamento o equilíbrio não existe, prostituta é tratada como puta, piranha, perdida, rameira, vaca, rapariga e outros termos pejorativos, para os políticos corruptos são mantidos os tratamentos de “vossa excelência” e entre si de, “nobre colega”.

 

A prostituição tem varias causas como falta de boa estrutura familiar, abandono, necessidades financeiras e muitas vezes como último recurso para sobrevivência. Nessa situação a vitima recorre a esse padecimento como pessoa vencida que quer conseguir subsistência.

 

Em sentido oposto, o político corrupto quando eleito é um vencedor e abandona seus escrúpulos deixando uma posição social e de grande status para sorrateiramente “sujar as mãos” por pura ganância.

 

Um exemplo fácil de encontrar é notado em pequenas cidades na figura dos vereadores. Um vereador eleito vai fazer parte da Câmara Municipal que tem a função constitucional de tomar conta da cidade, gerir seu futuro e no presente fiscalizar os atos do eleito em segunda posição de comando que é o prefeito.

 

Se perguntarmos sobre a obrigação dos edis a qualquer vereador em qualquer cidade do Brasil, a resposta está na ponta da língua: legislar e fiscalizar. Se sabem, porque muitos não praticam? A constatação desse fato é simples, basta perguntar a um vereador sobre contratos da prefeitura e se perceberá que não apenas deixaram de fiscalizar e sim, que nem sabiam de sua existência.

 

Prostituta não vende o corpo e vereador não vende assinatura, nos dois caos trocam dignidade por merrecas. Há mulheres que deixam de labutar em um serviço decente e honrado e aceitam fazer programas a troco de R$ 10,00 e um maço de cigarros do Paraguai, como também, existem vereadores que não “incomodam” o prefeito desde que seja colocada uma lâmpada ou tapado um buraco em tal rua onde mora um eleitor. Nos dois casos causa piedade, mas pelo menos os R$ 10,00 e o cigarro estão nas mãos enquanto o voto do cidadão beneficiado é presumido.

Posts Recentes: Popular Mais

Sobe para 18 os mortos em acidente com ônibus que levava universitários em SP

Subiu para 18 o número de mortos em um grave acidente com um ônibus da Companhia União Litoral, que capotou na noite de quarta-feira (8) na Rodovia Mogi-Bertioga. Havia pelo menos 46 pessoas a bordo. Segundo informações dos bombeiros e da Polícia Civil, o motorista está entre os mortos e 31 pessoas ficaram feridas.   […]

Guilherme Campos (PSD) é nomeado presidente dos Correios

O presidente Michel Temer (PMDB) nomeou Guilherme Campos Júnior (PSD) para exercer o cargo de presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), conforme decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) da quinta-feira (9). Campos substituirá Giovanni Correa Queiroz, que foi exonerado ainda por Dilma Rousseff, em maio, na semana de seu afastamento […]