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Presidente nacional do PR é considerado foragido pela PF

Alvo de mandado de prisão pela Justiça Eleitoral de Campos dos Goytacazes –  RJ na Operação Chequinho, o presidente nacional do Partido da República (PR) Antônio Carlos Rodrigues já é considerado foragido pela Polícia Federal (PF).

 

Rodrigues é suspeito de corrupção, extorsão, participação em organização criminosa e falsidade ideológica na prestação de contas eleitorais na mesma investigação que resultou na prisão dos ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony William Matheus de Oliveira, Anthony Garotinho e Rosângela Barros Assed Matheus de Oliveira, Rosinha Garotinho, ambos do PR.

 

O Ministério Público Estadual (MPE) acusa o presidente do PR de ter negociado com Garotinho e com o frigorífico JBS a doação de dinheiro oriundo de propina para a campanha do ex-governador ao governo do Rio de Janeiro, em 2014.

 

O inquérito que embasa a denúncia partiu da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista e do executivo do grupo J&F Ricardo Saud.

 

Conforme a PF, foram identificados elementos que apontam que a JBS firmou contrato fraudulento com uma empresa sediada em Macaé para a prestação de serviços na área de informática.

 

Há suspeita, porém, de que os serviços não tenham sido prestados e de que o contrato, de aproximadamente R$ 3 milhões, serviria apenas para o repasse irregular de valores para a utilização nas campanhas eleitorais.

 

A defesa do dirigente do PR informou na sexta-feira que vai aguardar o julgamento de um habeas corpus para decidir se Rodrigues vai se entregar às autoridades policiais. Se a decisão não for favorável, disse um dos defensores, ele vai se entregar. A PF afirma que nenhum advogado do ex-ministro procurou a corporação para tratar da apresentação de Rodrigues e que não há nenhuma negociação nesse sentido.

 

Autoridades envolvidas no caso avaliam que os advogados do ex-ministro só estão tentando “protelar” o caso, na expectativa de obter o habeas corpus. Futuramente, o juiz responsável pelo caso pode considerar na hora de uma eventual sentença, se o suspeito se apresentou espontaneamente.

Alvo de mandado de prisão pela Justiça Eleitoral de Campos dos Goytacazes –  RJ na Operação Chequinho, o presidente nacional do Partido da República (PR) Antônio Carlos Rodrigues já é considerado foragido pela Polícia Federal (PF).

 

Rodrigues é suspeito de corrupção, extorsão, participação em organização criminosa e falsidade ideológica na prestação de contas eleitorais na mesma investigação que resultou na prisão dos ex-governadores do Rio de Janeiro Anthony William Matheus de Oliveira, Anthony Garotinho e Rosângela Barros Assed Matheus de Oliveira, Rosinha Garotinho, ambos do PR.

 

O Ministério Público Estadual (MPE) acusa o presidente do PR de ter negociado com Garotinho e com o frigorífico JBS a doação de dinheiro oriundo de propina para a campanha do ex-governador ao governo do Rio de Janeiro, em 2014.

 

O inquérito que embasa a denúncia partiu da delação dos irmãos Wesley e Joesley Batista e do executivo do grupo J&F Ricardo Saud.

 

Conforme a PF, foram identificados elementos que apontam que a JBS firmou contrato fraudulento com uma empresa sediada em Macaé para a prestação de serviços na área de informática.

 

Há suspeita, porém, de que os serviços não tenham sido prestados e de que o contrato, de aproximadamente R$ 3 milhões, serviria apenas para o repasse irregular de valores para a utilização nas campanhas eleitorais.

 

A defesa do dirigente do PR informou na sexta-feira que vai aguardar o julgamento de um habeas corpus para decidir se Rodrigues vai se entregar às autoridades policiais. Se a decisão não for favorável, disse um dos defensores, ele vai se entregar. A PF afirma que nenhum advogado do ex-ministro procurou a corporação para tratar da apresentação de Rodrigues e que não há nenhuma negociação nesse sentido.

 

Autoridades envolvidas no caso avaliam que os advogados do ex-ministro só estão tentando “protelar” o caso, na expectativa de obter o habeas corpus. Futuramente, o juiz responsável pelo caso pode considerar na hora de uma eventual sentença, se o suspeito se apresentou espontaneamente.

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