Presidente do PR também vai para a cadeia de Benfica, no Rio de Janeiro

O presidente do Partido da República (PR), Antônio Carlos Rodrigues, que se entregou na terça-feira (28) à Polícia Federal (PF), em Brasília – DF será levado para a Cadeia Pública de Benfica, no Rio de Janeiro, onde também está o ex-governador do Estado, Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho, Sergio Cabral (PMDB), além de deputados e presos da Lava Jato no Rio.

 

O ex-governador Anthony William Matheus de Oliveira, Anthony Garotinho (PR) está em Bangu 8. A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio não informou se Rodrigues chegaria na quarta-feira de Brasília. Ex-senador e ex-ministro de Transportes, ele foi um dos alvos da Operação Caixa D’Água, como Garotinho e Rosinha, que investiga recebimento de R$ 3 milhões da JBS para a campanha dele ao governo do Estado do Rio em 2014. O presidente do PR estava foragido desde que a operação foi deflagrada, dia 22. Na ocasião, os dois ex-governadores foram encarcerados.

 

Garotinho teria liderado uma organização criminosa no período de 2009 a 2016, quando Rosinha era prefeita do município de Campos – RJ. O esquema servia para levantar recursos para financiar campanhas políticas dos dois. O grupo de Garotinho é acusado de intimidar e extorquir empresários que atuavam em Campos. Rosinha teria um papel secundário nesta dinâmica, tanto que será liberada da prisão, por decisão na quarta-feira do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

 

Denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE) afirma que o grupo J&F fez doação ilegal de R$ 3 milhões por meio de contrato com uma empresa indicada por Garotinho para custear sua campanha de 2014, derrotada pela de Luiz Fernando de Souza, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Os valores não teriam sido declarados em sua prestação de contas. Antônio Carlos Rodrigues, por sua vez, teria acertado com a J&F doação de R$ 20 milhões ao PR por ocasião da campanha de 2014 de reeleição da presidente Dilma Vana Rousseff (PT). Garotinho teria pleiteado uma parte desses recursos.

O presidente do Partido da República (PR), Antônio Carlos Rodrigues, que se entregou na terça-feira (28) à Polícia Federal (PF), em Brasília – DF será levado para a Cadeia Pública de Benfica, no Rio de Janeiro, onde também está o ex-governador do Estado, Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho, Sergio Cabral (PMDB), além de deputados e presos da Lava Jato no Rio.

 

O ex-governador Anthony William Matheus de Oliveira, Anthony Garotinho (PR) está em Bangu 8. A Secretaria de Administração Penitenciária do Rio não informou se Rodrigues chegaria na quarta-feira de Brasília. Ex-senador e ex-ministro de Transportes, ele foi um dos alvos da Operação Caixa D’Água, como Garotinho e Rosinha, que investiga recebimento de R$ 3 milhões da JBS para a campanha dele ao governo do Estado do Rio em 2014. O presidente do PR estava foragido desde que a operação foi deflagrada, dia 22. Na ocasião, os dois ex-governadores foram encarcerados.

 

Garotinho teria liderado uma organização criminosa no período de 2009 a 2016, quando Rosinha era prefeita do município de Campos – RJ. O esquema servia para levantar recursos para financiar campanhas políticas dos dois. O grupo de Garotinho é acusado de intimidar e extorquir empresários que atuavam em Campos. Rosinha teria um papel secundário nesta dinâmica, tanto que será liberada da prisão, por decisão na quarta-feira do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ).

 

Denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE) afirma que o grupo J&F fez doação ilegal de R$ 3 milhões por meio de contrato com uma empresa indicada por Garotinho para custear sua campanha de 2014, derrotada pela de Luiz Fernando de Souza, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Os valores não teriam sido declarados em sua prestação de contas. Antônio Carlos Rodrigues, por sua vez, teria acertado com a J&F doação de R$ 20 milhões ao PR por ocasião da campanha de 2014 de reeleição da presidente Dilma Vana Rousseff (PT). Garotinho teria pleiteado uma parte desses recursos.

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