Por projeto presidencial, Alckmin defende “palanque único” em São Paulo

O governador de São Paulo, Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, Geraldo Alckmin (PSDB), voltou a admitir, na segunda-feira (29) que o ideal seria que os partidos da sua base tivessem apenas um candidato ao governo do Estado. Conforme mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, Alckmin, para fortalecer seu projeto presidencial, já admite a possibilidade de o PSDB perder o comando de São Paulo depois de 24 anos chefiando o Executivo. Neste caso, os tucanos abririam mão da cabeça de chapa pela primeira vez na história do partido para apoiar a reeleição do vice-governador, Márcio Luiz França Gomes, Márcio França (PSB).

 

Em encontro com jornalistas, no Palácio dos Bandeirantes, Alckmin afirmou que “o que tem defendido é que se nós pudermos ter um palanque único é melhor”. Para o governador, apesar das dificuldades de PSDB e PSB aceitarem uma candidatura única, a questão seria de “conversar” e de “aproximação”. “É natural que o PSDB, que é o maior partido e que está no sexto governo, tenha candidato próprio, mas nunca se deve, em uma negociação, colocar uma pré-condição. Se nenhum dos partidos abrir mão, teremos dois, três, palanques”. Alckmin voltou a afirmar também que a candidatura de França é legítima.

 

Segundo o governador, a decisão final sobre a candidatura será tomada pelo diretório estadual.

O governador de São Paulo, Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, Geraldo Alckmin (PSDB), voltou a admitir, na segunda-feira (29) que o ideal seria que os partidos da sua base tivessem apenas um candidato ao governo do Estado. Conforme mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, Alckmin, para fortalecer seu projeto presidencial, já admite a possibilidade de o PSDB perder o comando de São Paulo depois de 24 anos chefiando o Executivo. Neste caso, os tucanos abririam mão da cabeça de chapa pela primeira vez na história do partido para apoiar a reeleição do vice-governador, Márcio Luiz França Gomes, Márcio França (PSB).

 

Em encontro com jornalistas, no Palácio dos Bandeirantes, Alckmin afirmou que “o que tem defendido é que se nós pudermos ter um palanque único é melhor”. Para o governador, apesar das dificuldades de PSDB e PSB aceitarem uma candidatura única, a questão seria de “conversar” e de “aproximação”. “É natural que o PSDB, que é o maior partido e que está no sexto governo, tenha candidato próprio, mas nunca se deve, em uma negociação, colocar uma pré-condição. Se nenhum dos partidos abrir mão, teremos dois, três, palanques”. Alckmin voltou a afirmar também que a candidatura de França é legítima.

 

Segundo o governador, a decisão final sobre a candidatura será tomada pelo diretório estadual.

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