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Planalto cogita exonerar Torquato após afirmações sobre segurança no Rio de Janeiro

Aliados de o presidente Michel Miguel Elias Temer Lulia, Michel Temer (PMDB) avaliaram na quarta-feira (1º) que as críticas do ministro da Justiça, Torquato Lorena Jardim, ao comando da Polícia Militar do Rio de Janeiro causam desconforto ao Planalto, além de expor o presidente, que vem trabalhando em conjunto com o Estado para reverter a crise na segurança.

 

Apesar do Planalto não ter se pronunciado oficialmente contra o ministro, nos bastidores, há quem cogite a possibilidade da exoneração de Jardim caso o desgaste aumente.

 

Na terça-feira (31), Torquato Jardim afirmou em entrevista que “comandantes de batalhão são sócios do crime organizado”. Sobre a morte do comandante do 3º BPM (Méier), coronel Luiz Gustavo Teixeira, o ministro disse que a versão oficial de que ele foi assassinado durante um arrastão é mentirosa. Segundo ele, Teixeira teria sido executado por um acerto de contas.

 

“É aquela sensação de bode na sala, claro que foram declarações infelizes. Mas ainda bem que ele não é do núcleo duro do Temer, então não retrata a posição do governo”, minimizou um auxiliar do presidente, que lamentou que a Câmara dê tanta atenção a isso. “É fato que o Torquato vai ficar sangrando, e a pauta da Câmara a partir de segunda-feira vai ser a convocação dele”, concluiu.

Aliados de o presidente Michel Miguel Elias Temer Lulia, Michel Temer (PMDB) avaliaram na quarta-feira (1º) que as críticas do ministro da Justiça, Torquato Lorena Jardim, ao comando da Polícia Militar do Rio de Janeiro causam desconforto ao Planalto, além de expor o presidente, que vem trabalhando em conjunto com o Estado para reverter a crise na segurança.

 

Apesar do Planalto não ter se pronunciado oficialmente contra o ministro, nos bastidores, há quem cogite a possibilidade da exoneração de Jardim caso o desgaste aumente.

 

Na terça-feira (31), Torquato Jardim afirmou em entrevista que “comandantes de batalhão são sócios do crime organizado”. Sobre a morte do comandante do 3º BPM (Méier), coronel Luiz Gustavo Teixeira, o ministro disse que a versão oficial de que ele foi assassinado durante um arrastão é mentirosa. Segundo ele, Teixeira teria sido executado por um acerto de contas.

 

“É aquela sensação de bode na sala, claro que foram declarações infelizes. Mas ainda bem que ele não é do núcleo duro do Temer, então não retrata a posição do governo”, minimizou um auxiliar do presidente, que lamentou que a Câmara dê tanta atenção a isso. “É fato que o Torquato vai ficar sangrando, e a pauta da Câmara a partir de segunda-feira vai ser a convocação dele”, concluiu.

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