PGR denuncia Beto Mansur por sonegação

A procuradora-geral da República, Raquel Elias Ferreira Dodge, denunciou, no dia 18, o deputado federal Paulo Roberto Gomes Mansur, Beto Mansur (PRB) por suposta sonegação de Imposto de Renda que teria causado rombo de R$ 796 mil ao fisco no ano de 2003. O deputado afirma discordar de pareceres da Receita a respeito do caso e afirma que vai provar sua inocência na Justiça. A denúncia está sob relatoria do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

O Ministério Público Federal (MPF) estima que “o montante de depósitos apurados de origem não comprovada foi de R$ 503.061,20”.

 

“Com relação à omissão de rendimentos com base em depósitos de origem não comprovada, pela análise da movimentação de valores no período fiscal indicado, a partir de contas bancárias, de depósito e de investimentos do acusado e a conciliação bancária destas, constataram-se créditos sem identificação de origem a justificar a renda amealhada”, afirma Raquel.

 

Segundo a procuradora-geral, “instado a se manifestar”, o parlamentar “justificou apenas parte dos ingressos, o que resultou na constatação de omissão de parte destes ingressos”.

 

De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), “apesar de intimado para o pagamento do crédito tributário, até o momento, Beto Mansur não efetuou o recolhimento nem pedido de parcelamento do débito”.

 

“Tal situação, conforme aponta a autoridade fiscal, restabeleceu o montante exigível de imposto no valor de R$ 199.697,90, multa (não qualificada), de R$ 149.773,42 e juros de mora, em R$ 446.963,82”, detalha Raquel na denúncia.

 

A PGR pede, além da devolução dos valores, a perda do mandato do parlamentar.

A procuradora-geral da República, Raquel Elias Ferreira Dodge, denunciou, no dia 18, o deputado federal Paulo Roberto Gomes Mansur, Beto Mansur (PRB) por suposta sonegação de Imposto de Renda que teria causado rombo de R$ 796 mil ao fisco no ano de 2003. O deputado afirma discordar de pareceres da Receita a respeito do caso e afirma que vai provar sua inocência na Justiça. A denúncia está sob relatoria do ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

O Ministério Público Federal (MPF) estima que “o montante de depósitos apurados de origem não comprovada foi de R$ 503.061,20”.

 

“Com relação à omissão de rendimentos com base em depósitos de origem não comprovada, pela análise da movimentação de valores no período fiscal indicado, a partir de contas bancárias, de depósito e de investimentos do acusado e a conciliação bancária destas, constataram-se créditos sem identificação de origem a justificar a renda amealhada”, afirma Raquel.

 

Segundo a procuradora-geral, “instado a se manifestar”, o parlamentar “justificou apenas parte dos ingressos, o que resultou na constatação de omissão de parte destes ingressos”.

 

De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), “apesar de intimado para o pagamento do crédito tributário, até o momento, Beto Mansur não efetuou o recolhimento nem pedido de parcelamento do débito”.

 

“Tal situação, conforme aponta a autoridade fiscal, restabeleceu o montante exigível de imposto no valor de R$ 199.697,90, multa (não qualificada), de R$ 149.773,42 e juros de mora, em R$ 446.963,82”, detalha Raquel na denúncia.

 

A PGR pede, além da devolução dos valores, a perda do mandato do parlamentar.

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