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PF investiga fraudes em licitações no transporte escolar no Rio Grande do Sul

A Polícia Federal (PF) e o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) realizam na terça-feira (21) a Operação Laranja Mecânica para desarticular organização criminosa que fraudava licitações de serviços de transporte escolar em municípios do Rio Grande do Sul.

 

De acordo com a CGU, as investigações começaram em setembro de 2016 para apurar denúncia da existência de um esquema criminoso entre empresários que tinha como objetivo fraudar o caráter competitivo de licitações nos municípios de Santana do Livramento – RS e Dom Pedrito – RS.

 

“Acordos previamente estabelecidos definiam quais as empresas ficariam responsáveis por determinadas ‘linhas’, de maneira que todas obtivessem contratos nesses municípios”, diz a corregedoria.

 

A investigação apurou ainda que empresas, constituídas apenas formalmente, atuavam como “fantasmas”. “Somente em 2016, o valor pago pela prefeitura de Santana do Livramento à empresa prestadora de transporte escolar ultrapassou o montante de R$ 5 milhões”.

 

Cerca de 150 policiais federais e seis auditores da CGU cumprem 36 mandados de busca e apreensão, cinco de prisão temporária e quatro ordens judiciais de afastamento da função pública nas cidades de Santana do Livramento – RS, Dom Pedrito – RS, Rosário do Sul – RS, São Gabriel – RS, Alegrete – RS e Uruguaiana – RS.

A Polícia Federal (PF) e o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU) realizam na terça-feira (21) a Operação Laranja Mecânica para desarticular organização criminosa que fraudava licitações de serviços de transporte escolar em municípios do Rio Grande do Sul.

 

De acordo com a CGU, as investigações começaram em setembro de 2016 para apurar denúncia da existência de um esquema criminoso entre empresários que tinha como objetivo fraudar o caráter competitivo de licitações nos municípios de Santana do Livramento – RS e Dom Pedrito – RS.

 

“Acordos previamente estabelecidos definiam quais as empresas ficariam responsáveis por determinadas ‘linhas’, de maneira que todas obtivessem contratos nesses municípios”, diz a corregedoria.

 

A investigação apurou ainda que empresas, constituídas apenas formalmente, atuavam como “fantasmas”. “Somente em 2016, o valor pago pela prefeitura de Santana do Livramento à empresa prestadora de transporte escolar ultrapassou o montante de R$ 5 milhões”.

 

Cerca de 150 policiais federais e seis auditores da CGU cumprem 36 mandados de busca e apreensão, cinco de prisão temporária e quatro ordens judiciais de afastamento da função pública nas cidades de Santana do Livramento – RS, Dom Pedrito – RS, Rosário do Sul – RS, São Gabriel – RS, Alegrete – RS e Uruguaiana – RS.

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