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Nike ofereceu propina para ser fornecedora de seleção, diz delator

O ex-presidente da Federação Colombiana de Futebol afirmou na segunda-feira (27), no Tribunal Federal do Brooklyn, que a empresa Nike ofereceu propina para ser a distribuidora oficial de uniformes da seleção de seu país.

 

Luís Bedoya, delator do caso Federação Internacional de Futebol Associação (FIFA), disse que a oferta foi feita em 2010.

 

“Em 2007, quando eu entrei (na federação), a Umbro patrocinava a seleção. Em 2010, abrimos uma concorrência. Estive numa reunião em Buenos Aires, com uma pessoa da Nike. Ofereceram um pagamento extra a mim, por fora do contrato. Mas, no final, nada se concretizou. A Federação Colombiana fechou com a Adidas”, contou.

 

Bedoya negou ainda que a Adidas, atual distribuidora, tenha pago propina para conseguir ser a fornecedora da Colômbia.

 

A Nike da América do Norte, por meio de sua diretora sênior de comunicação, Ilana Finley, se manifestou sobre a denúncia.

 

“A Nike acredita no jogo ético e justo em negócios e esporte e se opõe fortemente a qualquer tipo de manipulação ou suborno. Nós cooperamos e continuaremos a cooperar com as autoridades”.

O ex-presidente da Federação Colombiana de Futebol afirmou na segunda-feira (27), no Tribunal Federal do Brooklyn, que a empresa Nike ofereceu propina para ser a distribuidora oficial de uniformes da seleção de seu país.

 

Luís Bedoya, delator do caso Federação Internacional de Futebol Associação (FIFA), disse que a oferta foi feita em 2010.

 

“Em 2007, quando eu entrei (na federação), a Umbro patrocinava a seleção. Em 2010, abrimos uma concorrência. Estive numa reunião em Buenos Aires, com uma pessoa da Nike. Ofereceram um pagamento extra a mim, por fora do contrato. Mas, no final, nada se concretizou. A Federação Colombiana fechou com a Adidas”, contou.

 

Bedoya negou ainda que a Adidas, atual distribuidora, tenha pago propina para conseguir ser a fornecedora da Colômbia.

 

A Nike da América do Norte, por meio de sua diretora sênior de comunicação, Ilana Finley, se manifestou sobre a denúncia.

 

“A Nike acredita no jogo ético e justo em negócios e esporte e se opõe fortemente a qualquer tipo de manipulação ou suborno. Nós cooperamos e continuaremos a cooperar com as autoridades”.

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