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Não vamos a voto sem número para aprovar, diz Maia sobre Previdência

O presidente da Câmara, Rodrigo Felinto Ibarra Epitácio Maia, Rodrigo Maia (DEM), afirmou na terça-feira (5) que só colocará a reforma da Previdência em votação se houver certeza de que há o número de votos necessários para aprová-la. “Vamos fazer as contas primeiro para ver se a gente tem número. A gente não vai a voto sem número”, afirmou Maia quando questionado se o texto seria votado na próxima semana.

 

Ele, porém, defendeu que o texto seja votado ainda este ano. “Sem a reforma da Previdência, nós podemos ter um 2018 muito ruim e um 2019 péssimo”, disse.

 

Com tempo curto para votar antes do início do recesso parlamentar, que começa no dia 23 de Dezembro, o governo pressiona lideranças partidárias e parlamentares para espremer os 308 votos necessários para a aprovação do texto, mas enfrenta resistência em partidos da base.

 

O presidente da Câmara já havia afirmado que só colocaria o tema na pauta caso houvesse o número de votos para aprovar a reforma, mas há uma mudança no tom do discurso. Em Novembro, Maia afirmava haver um clima de desgaste nos partidos da base após a votação de duas denúncias criminais contra Temer no segundo semestre de 2017.

 

Com declarações mais otimistas, o presidente da Casa afirmou na terça-feira ter esperança de votar a matéria em 2017 e disse que os partidos estão “engajados”. “O importante é que nós estamos trabalhando, os partidos estão engajados e tenho muita esperança que a gente possa votar este ano”. Segundo alguns parlamentares, os deputados também esperam que se consolide um número de votos suficientes para se comprometerem com a reforma. “Eu já ouvi deputado dizendo ‘podem contar comigo para ser o 308º voto’, ou seja, eles querem votar se for aprovar”, disse o líder do Partido da República (PR), José Alves Rocha (BA).

 

Na terça-feira, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) do presidente Michel Miguel Elias Temer Lulia, Michel Temer decidiu pelo fechamento de questão no assunto – o que significa que parlamentares que votarem contra a aprovação da reforma podem sofrer punições e até serem expulsos do partido.

 

Outros partidos, como o Partido Progressita (PP) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) já sinalizaram que podem também optar pelo fechamento de questão, e a ideia tem sido defendida dentro do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) rachado pelo senador Aécio Neves da Cunha e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

 

O movimento, porém, não deve ser acompanhado pelo partido de Maia. Segundo ele, o Democratas (DEM) “tem votado majoritariamente com a orientação do seu líder e do seu presidente, sem fechar questão”.

 

Outros partidos que abrigam figuras-chave do governo, como o Partido Social Democrático (PSD) do ministro da Fazenda, Henrique de Campos Meirelles, também não deve fechar questão. Assim como, o Partido da República (PR) também não deve votar de forma conjunta.

O presidente da Câmara, Rodrigo Felinto Ibarra Epitácio Maia, Rodrigo Maia (DEM), afirmou na terça-feira (5) que só colocará a reforma da Previdência em votação se houver certeza de que há o número de votos necessários para aprová-la. “Vamos fazer as contas primeiro para ver se a gente tem número. A gente não vai a voto sem número”, afirmou Maia quando questionado se o texto seria votado na próxima semana.

 

Ele, porém, defendeu que o texto seja votado ainda este ano. “Sem a reforma da Previdência, nós podemos ter um 2018 muito ruim e um 2019 péssimo”, disse.

 

Com tempo curto para votar antes do início do recesso parlamentar, que começa no dia 23 de Dezembro, o governo pressiona lideranças partidárias e parlamentares para espremer os 308 votos necessários para a aprovação do texto, mas enfrenta resistência em partidos da base.

 

O presidente da Câmara já havia afirmado que só colocaria o tema na pauta caso houvesse o número de votos para aprovar a reforma, mas há uma mudança no tom do discurso. Em Novembro, Maia afirmava haver um clima de desgaste nos partidos da base após a votação de duas denúncias criminais contra Temer no segundo semestre de 2017.

 

Com declarações mais otimistas, o presidente da Casa afirmou na terça-feira ter esperança de votar a matéria em 2017 e disse que os partidos estão “engajados”. “O importante é que nós estamos trabalhando, os partidos estão engajados e tenho muita esperança que a gente possa votar este ano”. Segundo alguns parlamentares, os deputados também esperam que se consolide um número de votos suficientes para se comprometerem com a reforma. “Eu já ouvi deputado dizendo ‘podem contar comigo para ser o 308º voto’, ou seja, eles querem votar se for aprovar”, disse o líder do Partido da República (PR), José Alves Rocha (BA).

 

Na terça-feira, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB) do presidente Michel Miguel Elias Temer Lulia, Michel Temer decidiu pelo fechamento de questão no assunto – o que significa que parlamentares que votarem contra a aprovação da reforma podem sofrer punições e até serem expulsos do partido.

 

Outros partidos, como o Partido Progressita (PP) e o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) já sinalizaram que podem também optar pelo fechamento de questão, e a ideia tem sido defendida dentro do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) rachado pelo senador Aécio Neves da Cunha e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

 

O movimento, porém, não deve ser acompanhado pelo partido de Maia. Segundo ele, o Democratas (DEM) “tem votado majoritariamente com a orientação do seu líder e do seu presidente, sem fechar questão”.

 

Outros partidos que abrigam figuras-chave do governo, como o Partido Social Democrático (PSD) do ministro da Fazenda, Henrique de Campos Meirelles, também não deve fechar questão. Assim como, o Partido da República (PR) também não deve votar de forma conjunta.

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