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Ministro Marcos Pereira diz em carta a Temer que “questões pessoais e partidárias” motivaram pedido de demissão

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Antônio Pereira, disse na carta de demissão entregue na quarta-feira (3) ao presidente Michel Miguel Elias Temer Lulia, Michel Temer (MDB) que deixou o cargo em razão de questões “pessoais e partidárias”.

 

Marcos Jorge de Lima, secretário-executivo da pasta, assume o comando até uma definição do Palácio do Planalto, segundo informações do ministério.

 

Presidente licenciado do Partido Republicano Brasileiro (PRB), Pereira divulgou a carta em sua página no Facebook após encontro no Palácio do Planalto com o presidente Michel Temer. Ele é o terceiro ministro a pedir demissão desde o mês passado – antes, haviam deixado o governo Antônio José Imbassahy da Silva (Secretaria de Governo) e Ronaldo Nogueira de Oliveira (Trabalho).

 

“Fico lisonjeado pelo convite para continuar no cargo até 31 de dezembro, porém preciso deixar o ministério para poder me dedicar a questões pessoais e partidárias”, escreveu.

 

De acordo com o Blog de Valdo Cruz, Pereira pretende disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados na eleição do ano que vem e quer preparar a campanha.

 

Pereira registrou na carta que ele e o PRB apoiam as reformas do governo. A legenda integra a base de apoio de Temer no Congresso Nacional, e o Planalto espera contar com os votos dos deputados da sigla para aprovar a reforma da Previdência, cuja votação está prevista para fevereiro.

 

Pereira é alvo de inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado às delações da construtora Odebrecht. Delatores da empreiteira afirmaram ter feito repasses de R$ 7 milhões para o PRB. O pagamento teria sido feito diretamente a Marcos Pereira, que sempre negou as acusações de suposto recebimento de propina.

 

Ele também é suspeito de ter recebido propina do empresário Joesley Mendonça Batista. O dono do frigorífico JBS gravou uma conversa na qual Marcos Pereira evita falar a palavra dinheiro, mas menciona números. Em meio ao diálogo, Joesley citou a palavra “saldo”. Pereira se disse inocente e afirmou que a gravação foi ilícita.

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Antônio Pereira, disse na carta de demissão entregue na quarta-feira (3) ao presidente Michel Miguel Elias Temer Lulia, Michel Temer (MDB) que deixou o cargo em razão de questões “pessoais e partidárias”.

 

Marcos Jorge de Lima, secretário-executivo da pasta, assume o comando até uma definição do Palácio do Planalto, segundo informações do ministério.

 

Presidente licenciado do Partido Republicano Brasileiro (PRB), Pereira divulgou a carta em sua página no Facebook após encontro no Palácio do Planalto com o presidente Michel Temer. Ele é o terceiro ministro a pedir demissão desde o mês passado – antes, haviam deixado o governo Antônio José Imbassahy da Silva (Secretaria de Governo) e Ronaldo Nogueira de Oliveira (Trabalho).

 

“Fico lisonjeado pelo convite para continuar no cargo até 31 de dezembro, porém preciso deixar o ministério para poder me dedicar a questões pessoais e partidárias”, escreveu.

 

De acordo com o Blog de Valdo Cruz, Pereira pretende disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados na eleição do ano que vem e quer preparar a campanha.

 

Pereira registrou na carta que ele e o PRB apoiam as reformas do governo. A legenda integra a base de apoio de Temer no Congresso Nacional, e o Planalto espera contar com os votos dos deputados da sigla para aprovar a reforma da Previdência, cuja votação está prevista para fevereiro.

 

Pereira é alvo de inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) relacionado às delações da construtora Odebrecht. Delatores da empreiteira afirmaram ter feito repasses de R$ 7 milhões para o PRB. O pagamento teria sido feito diretamente a Marcos Pereira, que sempre negou as acusações de suposto recebimento de propina.

 

Ele também é suspeito de ter recebido propina do empresário Joesley Mendonça Batista. O dono do frigorífico JBS gravou uma conversa na qual Marcos Pereira evita falar a palavra dinheiro, mas menciona números. Em meio ao diálogo, Joesley citou a palavra “saldo”. Pereira se disse inocente e afirmou que a gravação foi ilícita.

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