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Ministro Marco Aurélio determina quebra de sigilos bancário e fiscal de Aécio Neves

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mendes de Farias Mello determinou quebra de sigilo bancário e fiscal do senador Aécio Neves da Cunha (PSDB). A quebra do sigilo abrange o período de 1º de janeiro de 2014 a maio de 2017.

 

Na decisão, o ministro, que é o relator do caso, determina as quebras de sigilo também da irmã de Aécio, Andrea Neves, do primo do senador, Frederico Pacheco de Medeiros, e de Mendherson Souza, ex-assessor do senador José Perrella de Oliveira Costa, Zezé Perrella (PMDB).

 

Segundo denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo, Aécio pediu e recebeu de Joesley Mendonça Batista, um dos donos da JBS, propina de R$ 2 milhões. O valor foi solicitado por Andrea Neves para pagar advogado do senador, mas para a PGR, o dinheiro era uma contrapartida por favores do senador ao grupo J&F.

 

Frederico Pacheco e Mendherson Souza foram acusados por terem intermediado o recebimento dos valores, entre abril e maio deste ano, em quatro parcelas de R$ 500 mil em espécie.

 

Ao determinar a quebra dos sigilos, Marco Aurélio Mello escreveu que a medida tem o objetivo de rastrear a origem e o destino de recursos supostamente ilícitos.

 

Andrea, Frederico e Mendherson são investigados junto com Aécio por corrupção passiva. Aécio também é investigado por embaraço às investigações da Lava Jato. Eles já foram denunciados.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mendes de Farias Mello determinou quebra de sigilo bancário e fiscal do senador Aécio Neves da Cunha (PSDB). A quebra do sigilo abrange o período de 1º de janeiro de 2014 a maio de 2017.

 

Na decisão, o ministro, que é o relator do caso, determina as quebras de sigilo também da irmã de Aécio, Andrea Neves, do primo do senador, Frederico Pacheco de Medeiros, e de Mendherson Souza, ex-assessor do senador José Perrella de Oliveira Costa, Zezé Perrella (PMDB).

 

Segundo denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) ao Supremo, Aécio pediu e recebeu de Joesley Mendonça Batista, um dos donos da JBS, propina de R$ 2 milhões. O valor foi solicitado por Andrea Neves para pagar advogado do senador, mas para a PGR, o dinheiro era uma contrapartida por favores do senador ao grupo J&F.

 

Frederico Pacheco e Mendherson Souza foram acusados por terem intermediado o recebimento dos valores, entre abril e maio deste ano, em quatro parcelas de R$ 500 mil em espécie.

 

Ao determinar a quebra dos sigilos, Marco Aurélio Mello escreveu que a medida tem o objetivo de rastrear a origem e o destino de recursos supostamente ilícitos.

 

Andrea, Frederico e Mendherson são investigados junto com Aécio por corrupção passiva. Aécio também é investigado por embaraço às investigações da Lava Jato. Eles já foram denunciados.

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