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Ministra que reclamou do salário de R$ 33 mil se diz “preta e pobre”

Durante o lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Rio de Janeiro, que inclui diversas ações em áreas como Justiça, educação, esporte e direitos humanos, na segunda-feira (13), a ministra Luislinda Dias de Valois Santos disse que, “como mulher preta, pobre e da periferia”, sabe o que é viver fora dos grandes centros.

 

Na semana retrasada, a titular da pasta dos Direitos Humanos ganhou as manchetes ao reclamar do fato de não poder acumular o salário integral do cargo, de R$ 30.934,70, com o de desembargadora aposentada, de R$ 30.471,10, que lhe renderiam R$ 61,4 mil mensais.

 

Na solicitação para que recebesse os dois salários, que excederia o teto do funcionalismo, ela alegou que o trabalho executado sem a correspondente contrapartida “se assemelha ao trabalho escravo”.

Durante o lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para o Rio de Janeiro, que inclui diversas ações em áreas como Justiça, educação, esporte e direitos humanos, na segunda-feira (13), a ministra Luislinda Dias de Valois Santos disse que, “como mulher preta, pobre e da periferia”, sabe o que é viver fora dos grandes centros.

 

Na semana retrasada, a titular da pasta dos Direitos Humanos ganhou as manchetes ao reclamar do fato de não poder acumular o salário integral do cargo, de R$ 30.934,70, com o de desembargadora aposentada, de R$ 30.471,10, que lhe renderiam R$ 61,4 mil mensais.

 

Na solicitação para que recebesse os dois salários, que excederia o teto do funcionalismo, ela alegou que o trabalho executado sem a correspondente contrapartida “se assemelha ao trabalho escravo”.

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