Ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois se desfilia do PSDB

A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Dias de Valois Santos, Luislinda Valois, se desfiliou do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) na quinta-feira (14), com a desfiliação ela deverá permanecer no cargo.

 

Desembargadora aposentada, Luislinda está à frente da pasta desde fevereiro, quando o ministério foi recriado pelo presidente Michel Miguel Elias Temer Lulia, Michel Temer (PMDB).

 

Parte do PSDB defende o desembarque do partido do governo.

 

Diante disso, o deputado Bruno Cavalcanti de Araújo (PSDB) pediu demissão do Ministério das Cidades em 13 de novembro. Na semana passada, o também deputado Antônio José Imbassahy da Silva (PSDB) pediu demissão da Secretaria de Governo.

 

Com a desfiliação de Luislinda, a legenda passa a estar à frente somente do Ministério das Relações Exteriores, atualmente comandado pelo senador licenciado Aloysio Nunes Ferreira Filho (PSDB).

 

Desde que as denúncias da Procuradoria Geral da República (PGR) contra Temer foram barradas na Câmara, partidos do “Centrão” passaram a cobrar os cargos ocupados por tucanos, que votaram de maneira dividida.

 

Relembre algumas das polêmicas de Luislinda Valois no período dela à frente do Ministério dos Direitos Humanos:

 

Desembargadora aposentada, Luislinda pediu ao governo para acumular a aposentadoria de R$ 30.400 e o salário de ministra, de R$ 30.934, alegando que, ao receber o teto do funcionalismo público, de R$ 33.700 (aposentadoria + parte do salário de ministra), estava vivendo situação semelhante ao “trabalho escravo”.

 

Ao discursar em um evento no Rio de Janeiro com o presidente Michel Temer, em novembro, Luislinda disse ser “pobre e de periferia”.

 

Nascida em Salvador – BA, Luislinda Valois é considerada a primeira juíza negra do Brasil. Em 2014, foi candidata a deputada federal pelo PSDB, mas não conseguiu se eleger.

 

Segundo o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Luislinda Valois foi professora do Colégio Militar no Paraná, advogada do Estado da Bahia e procuradora do Departamento Nacional de Estradas e Rodagens (DNER) antes de ingressar na magistratura.

 

Aprovada em concurso público, entrou na magistratura em 1984, quando foi designada para a comarca de Paramirim – BA. Desde então, atuou em 17 comarcas do Estado. Em Salvador, atuou em mais de 28 unidades judiciais e extrajudiciais, segundo o TJ.

 

Em dezembro de 2011, Luislinda foi nomeada desembargadora.

 

No ano seguinte, já aposentada, Luislinda tomou posse na Academia de Letras José de Alencar, em Curitiba – PR, ocupando a Cadeira nº 6.

 

Além disso, recebeu o título de embaixadora da paz da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2012.

 

Antes de ser ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois era a secretária nacional de Promoção da Igualdade Racial do Ministério da Justiça.

A ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Dias de Valois Santos, Luislinda Valois, se desfiliou do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) na quinta-feira (14), com a desfiliação ela deverá permanecer no cargo.

 

Desembargadora aposentada, Luislinda está à frente da pasta desde fevereiro, quando o ministério foi recriado pelo presidente Michel Miguel Elias Temer Lulia, Michel Temer (PMDB).

 

Parte do PSDB defende o desembarque do partido do governo.

 

Diante disso, o deputado Bruno Cavalcanti de Araújo (PSDB) pediu demissão do Ministério das Cidades em 13 de novembro. Na semana passada, o também deputado Antônio José Imbassahy da Silva (PSDB) pediu demissão da Secretaria de Governo.

 

Com a desfiliação de Luislinda, a legenda passa a estar à frente somente do Ministério das Relações Exteriores, atualmente comandado pelo senador licenciado Aloysio Nunes Ferreira Filho (PSDB).

 

Desde que as denúncias da Procuradoria Geral da República (PGR) contra Temer foram barradas na Câmara, partidos do “Centrão” passaram a cobrar os cargos ocupados por tucanos, que votaram de maneira dividida.

 

Relembre algumas das polêmicas de Luislinda Valois no período dela à frente do Ministério dos Direitos Humanos:

 

Desembargadora aposentada, Luislinda pediu ao governo para acumular a aposentadoria de R$ 30.400 e o salário de ministra, de R$ 30.934, alegando que, ao receber o teto do funcionalismo público, de R$ 33.700 (aposentadoria + parte do salário de ministra), estava vivendo situação semelhante ao “trabalho escravo”.

 

Ao discursar em um evento no Rio de Janeiro com o presidente Michel Temer, em novembro, Luislinda disse ser “pobre e de periferia”.

 

Nascida em Salvador – BA, Luislinda Valois é considerada a primeira juíza negra do Brasil. Em 2014, foi candidata a deputada federal pelo PSDB, mas não conseguiu se eleger.

 

Segundo o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Luislinda Valois foi professora do Colégio Militar no Paraná, advogada do Estado da Bahia e procuradora do Departamento Nacional de Estradas e Rodagens (DNER) antes de ingressar na magistratura.

 

Aprovada em concurso público, entrou na magistratura em 1984, quando foi designada para a comarca de Paramirim – BA. Desde então, atuou em 17 comarcas do Estado. Em Salvador, atuou em mais de 28 unidades judiciais e extrajudiciais, segundo o TJ.

 

Em dezembro de 2011, Luislinda foi nomeada desembargadora.

 

No ano seguinte, já aposentada, Luislinda tomou posse na Academia de Letras José de Alencar, em Curitiba – PR, ocupando a Cadeira nº 6.

 

Além disso, recebeu o título de embaixadora da paz da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2012.

 

Antes de ser ministra dos Direitos Humanos, Luislinda Valois era a secretária nacional de Promoção da Igualdade Racial do Ministério da Justiça.

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