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Márcio França diz que “não faz questão” do apoio do PSDB para disputar governo de São Paulo

O vice-governador de São Paulo, Márcio Luiz França Gomes, Márcio França (PSB), disse na quarta-feira (10) que não precisa do apoio do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), partido do governador Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, Geraldo Alckmin, pré-candidato à presidência da República, à sua candidatura ao governo estadual. Em entrevista à rádio Bandeirantes, França afirmou que “não faz questão” do apoio e disse que os secretários tucanos da administração “tem que deixar” os cargos que ocupam porque não ficarão “numa posição tranquila sendo do PSDB, apoiando um candidato do PSDB, e estando no meu governo”. Segundo ele, sua coligação nas próximas eleições será a maior do Estado. França deve assumir o governo entre o fim de março e a primeira semana de abril.

 

“Eu não faço questão disso (do apoio do PSDB), não acho isso relevante. Eu sou do PSB (não preciso do apoio do PSDB), zero. Terei vários apoios comigo, serei a maior coligação de São Paulo, pode ter certeza. Eu sei fazer isso e vou fazer. Sou completamente desconhecido, mas no dia que assumir (o governo de São Paulo) vou passar a ser conhecido, eu suponho”,  afirmou.

 

Márcio França lembrou uma declaração recente do vereador Mário Covas Neto (PSDB), “uma pessoa importante do partido, o Zuzinha, filho do Mario Covas, o único que é filho (sic), fez uma declaração em meu apoio. Declarou o que é óbvio. Pelo efeito da candidatura Alckmin ao governo federal, o mais lógico é termos sintonia aqui no Estado e menos palanque”.

 

O vice-governador afastou a possibilidade de os tucanos abrirem mão de uma candidatura após mais de duas décadas à frente do Estado para apoiar o seu nome nas próximas eleições. Para França, “por uma questão de ética”, todos devem sair da administração assim que ele assumir o governo.

 

“Eu me dou muito bem com os secretários dele (Alckmin), tenho relação. Agora, é claro, como tem no meio disso uma eleição, a eleição é um corte diferente. As pessoas que são do PSDB, se o PSDB tiver um candidato efetivo, e parece que quer ter, é claro que por uma questão ética eles deverão sair do governo. Eles é que vão pedir pra sair. Ninguém que é do PSDB vai ficar numa posição tranquila, sendo do PSDB, apoiando um candidato do PSDB, e estando no meu governo, num cargo de confiança meu. Tem que deixar (o governo), é o certo”, defendeu.

 

França disse que no quadro atual da corrida ao Palácio do Planalto, Alckmin é o único com a “candidatura centrada” em um partido grande, o PSDB, com tempo de televisão e um grande número de apoiadores. Para ele, a propaganda partidária no rádio e na televisão será o ativo mais importante do próximo pleito.

 

“O quadro eleitoral é muito voltado a um ativo que pouca gente consegue compreender e demonstrou isso na eleição do (João) Dória (prefeito de São Paulo). A composição partidária que dá origem ao tempo de televisão é a essência da eleição, porque acabou aquele formato anterior de campanha muito longa e acabou o dinheiro privado. Então, o que sobrou como ativo de eleição? O tempo de televisão mais o fundo partidário. E, no Brasil, 12 partidos controlam o tempo de televisão”.

 

O vice-governador de São Paulo ressaltou que o Partido dos Trabalhadores (PT) seguirá sendo um forte protagonista, ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja condenado em segunda instância e impedido de disputar as eleições.

 

“O segundo nome (além do nome de Alckmin) é um nome do PT, que as pessoas desprezam achando que é só o Lula. Não é só o Lula. O Lula não será candidato, todo mundo sabe disso. Ele vai ser condenado e vai ficar inelegível, mas o PT terá nome e o PT sempre será forte”.

O vice-governador de São Paulo, Márcio Luiz França Gomes, Márcio França (PSB), disse na quarta-feira (10) que não precisa do apoio do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), partido do governador Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, Geraldo Alckmin, pré-candidato à presidência da República, à sua candidatura ao governo estadual. Em entrevista à rádio Bandeirantes, França afirmou que “não faz questão” do apoio e disse que os secretários tucanos da administração “tem que deixar” os cargos que ocupam porque não ficarão “numa posição tranquila sendo do PSDB, apoiando um candidato do PSDB, e estando no meu governo”. Segundo ele, sua coligação nas próximas eleições será a maior do Estado. França deve assumir o governo entre o fim de março e a primeira semana de abril.

 

“Eu não faço questão disso (do apoio do PSDB), não acho isso relevante. Eu sou do PSB (não preciso do apoio do PSDB), zero. Terei vários apoios comigo, serei a maior coligação de São Paulo, pode ter certeza. Eu sei fazer isso e vou fazer. Sou completamente desconhecido, mas no dia que assumir (o governo de São Paulo) vou passar a ser conhecido, eu suponho”,  afirmou.

 

Márcio França lembrou uma declaração recente do vereador Mário Covas Neto (PSDB), “uma pessoa importante do partido, o Zuzinha, filho do Mario Covas, o único que é filho (sic), fez uma declaração em meu apoio. Declarou o que é óbvio. Pelo efeito da candidatura Alckmin ao governo federal, o mais lógico é termos sintonia aqui no Estado e menos palanque”.

 

O vice-governador afastou a possibilidade de os tucanos abrirem mão de uma candidatura após mais de duas décadas à frente do Estado para apoiar o seu nome nas próximas eleições. Para França, “por uma questão de ética”, todos devem sair da administração assim que ele assumir o governo.

 

“Eu me dou muito bem com os secretários dele (Alckmin), tenho relação. Agora, é claro, como tem no meio disso uma eleição, a eleição é um corte diferente. As pessoas que são do PSDB, se o PSDB tiver um candidato efetivo, e parece que quer ter, é claro que por uma questão ética eles deverão sair do governo. Eles é que vão pedir pra sair. Ninguém que é do PSDB vai ficar numa posição tranquila, sendo do PSDB, apoiando um candidato do PSDB, e estando no meu governo, num cargo de confiança meu. Tem que deixar (o governo), é o certo”, defendeu.

 

França disse que no quadro atual da corrida ao Palácio do Planalto, Alckmin é o único com a “candidatura centrada” em um partido grande, o PSDB, com tempo de televisão e um grande número de apoiadores. Para ele, a propaganda partidária no rádio e na televisão será o ativo mais importante do próximo pleito.

 

“O quadro eleitoral é muito voltado a um ativo que pouca gente consegue compreender e demonstrou isso na eleição do (João) Dória (prefeito de São Paulo). A composição partidária que dá origem ao tempo de televisão é a essência da eleição, porque acabou aquele formato anterior de campanha muito longa e acabou o dinheiro privado. Então, o que sobrou como ativo de eleição? O tempo de televisão mais o fundo partidário. E, no Brasil, 12 partidos controlam o tempo de televisão”.

 

O vice-governador de São Paulo ressaltou que o Partido dos Trabalhadores (PT) seguirá sendo um forte protagonista, ainda que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva seja condenado em segunda instância e impedido de disputar as eleições.

 

“O segundo nome (além do nome de Alckmin) é um nome do PT, que as pessoas desprezam achando que é só o Lula. Não é só o Lula. O Lula não será candidato, todo mundo sabe disso. Ele vai ser condenado e vai ficar inelegível, mas o PT terá nome e o PT sempre será forte”.

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