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Maluf se entrega à PF em São Paulo para cumprir pena

O deputado Paulo Salim Maluf (PP), 86, se apresentou à Superintendência da Polícia Federal de São Paulo – SP na quarta-feira (20), um dia após o ministro Luiz Edson Fachin determinar o início do cumprimento de pena por lavagem de dinheiro.

 

O parlamentar chegou à PF por volta das 9h, acompanhado do advogado Ricardo Tosto. Sem falar com a imprensa, ele deixou sua casa nos Jardins, zona oeste da cidade, pelo portão principal em um carro com vidros pretos, por volta das 8h.

 

A defesa de Maluf afirmou que vai entrar com recurso ainda na quarta-feira no Supremo para tentar derrubar a decisão do ministro Edson Fachin, do STF, que, na terça-feira (19), determinou que Maluf comece a cumprir pena em regime fechado e perca o mandato.

 

Em maio, Paulo Maluf foi condenado pela primeira turma do STF a sete anos, nove meses e dez dias de prisão em regime fechado por crimes de lavagem de dinheiro.

 

Ele também foi condenado à perda do mandato e ao pagamento de 248 dias-multa no valor de cinco vezes o salário mínimo vigente à época dos fatos, aumentada em três vezes.

 

Os ministros decidiram ainda que Maluf deve se afastar da administração de empresas, seja em cargo de direção, integrante de conselho de administração ou de gerência, pelo dobro do tempo da pena de prisão, ou seja, mais de 15 anos.

 

O deputado recorreu, mas perdeu. Ele tentou novo recurso (“embargos infringentes”), negado por Fachin, que aproveitou para determinar o cumprimento imediato da pena. Para Fachin, Maluf tenta protelar o início do cumprimento da pena.

O deputado Paulo Salim Maluf (PP), 86, se apresentou à Superintendência da Polícia Federal de São Paulo – SP na quarta-feira (20), um dia após o ministro Luiz Edson Fachin determinar o início do cumprimento de pena por lavagem de dinheiro.

 

O parlamentar chegou à PF por volta das 9h, acompanhado do advogado Ricardo Tosto. Sem falar com a imprensa, ele deixou sua casa nos Jardins, zona oeste da cidade, pelo portão principal em um carro com vidros pretos, por volta das 8h.

 

A defesa de Maluf afirmou que vai entrar com recurso ainda na quarta-feira no Supremo para tentar derrubar a decisão do ministro Edson Fachin, do STF, que, na terça-feira (19), determinou que Maluf comece a cumprir pena em regime fechado e perca o mandato.

 

Em maio, Paulo Maluf foi condenado pela primeira turma do STF a sete anos, nove meses e dez dias de prisão em regime fechado por crimes de lavagem de dinheiro.

 

Ele também foi condenado à perda do mandato e ao pagamento de 248 dias-multa no valor de cinco vezes o salário mínimo vigente à época dos fatos, aumentada em três vezes.

 

Os ministros decidiram ainda que Maluf deve se afastar da administração de empresas, seja em cargo de direção, integrante de conselho de administração ou de gerência, pelo dobro do tempo da pena de prisão, ou seja, mais de 15 anos.

 

O deputado recorreu, mas perdeu. Ele tentou novo recurso (“embargos infringentes”), negado por Fachin, que aproveitou para determinar o cumprimento imediato da pena. Para Fachin, Maluf tenta protelar o início do cumprimento da pena.

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