55 visualizações

Lava Jato não vai parar, diz Cármen Lúcia

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, disse na quarta-feira (13) que a Operação Lava Jato não vai parar e garantiu que o Brasil tem instituições sólidas, entre elas o próprio Ministério Público Federal (MPF).

 

O comentário da ministra foi feito no julgamento em que a Corte rejeitou por unanimidade um recurso apresentado pela defesa do presidente Michel Temer, que queria afastar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, das investigações contra o presidente no caso JBS.

 

“A Operação Lava Jato, todos os processos que se referem à matéria penal, não vão parar porque muda um ou outro, por uma ou outra causa, ou suspeição, ou impedimento. O processo penal e a busca de apuração de erros praticados no espaço público, como se tem no espaço privado, não vão parar”, disse a presidente do STF.

 

Na tarde da quarta-feira, por 9 a 0, os ministros do STF decidiram rejeitar um recurso formulado pela defesa de Temer para que Janot fosse afastado das investigações contra o presidente.

 

O mandato de Janot termina no próximo domingo (17). Na segunda-feira (18), tomará posse a sua sucessora, Raquel Elias Ferreira Dodge.

 

“Há instituições sólidas no Brasil, e o Ministério Público é uma delas, e o Poder Judiciário não permitirá, e este Supremo Tribunal Federal não permitirá, que a mudança de um nome, que o afastamento de um nome altere os rumos porque as instituições são mais importantes que as pessoas, evidentemente”, ressaltou Cármen Lúcia.

 

“Nós, servidores públicos, agentes públicos, somos todos passageiros. O que é permanente é a instituição. E a instituição do Ministério Público, como posto na Constituição, haverá de dar continuidade ainda que houvesse, por exemplo, a conclusão de que um determinado integrante, ainda que o seu chefe, fosse suspeito para atuar em determinado momento”, enfatizou a ministra.

 

Na próxima quarta-feira (20) o STF retomará o julgamento de uma questão de ordem proposta pelo ministro Luiz Edson Fachin, a partir de questionamentos da defesa de Temer.

 

A defesa de Temer quer que uma eventual nova denúncia contra o presidente seja suspensa até que sejam esclarecidas as suspeitas de irregularidades em torno da delação da JBS.

 

Decano do STF, o ministro José Celso de Mello Filho afirmou que Janot tem “plena liberdade” para apresentar eventual segunda denúncia contra Temer até o dia em que deixar o cargo.

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, disse na quarta-feira (13) que a Operação Lava Jato não vai parar e garantiu que o Brasil tem instituições sólidas, entre elas o próprio Ministério Público Federal (MPF).

 

O comentário da ministra foi feito no julgamento em que a Corte rejeitou por unanimidade um recurso apresentado pela defesa do presidente Michel Temer, que queria afastar o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, das investigações contra o presidente no caso JBS.

 

“A Operação Lava Jato, todos os processos que se referem à matéria penal, não vão parar porque muda um ou outro, por uma ou outra causa, ou suspeição, ou impedimento. O processo penal e a busca de apuração de erros praticados no espaço público, como se tem no espaço privado, não vão parar”, disse a presidente do STF.

 

Na tarde da quarta-feira, por 9 a 0, os ministros do STF decidiram rejeitar um recurso formulado pela defesa de Temer para que Janot fosse afastado das investigações contra o presidente.

 

O mandato de Janot termina no próximo domingo (17). Na segunda-feira (18), tomará posse a sua sucessora, Raquel Elias Ferreira Dodge.

 

“Há instituições sólidas no Brasil, e o Ministério Público é uma delas, e o Poder Judiciário não permitirá, e este Supremo Tribunal Federal não permitirá, que a mudança de um nome, que o afastamento de um nome altere os rumos porque as instituições são mais importantes que as pessoas, evidentemente”, ressaltou Cármen Lúcia.

 

“Nós, servidores públicos, agentes públicos, somos todos passageiros. O que é permanente é a instituição. E a instituição do Ministério Público, como posto na Constituição, haverá de dar continuidade ainda que houvesse, por exemplo, a conclusão de que um determinado integrante, ainda que o seu chefe, fosse suspeito para atuar em determinado momento”, enfatizou a ministra.

 

Na próxima quarta-feira (20) o STF retomará o julgamento de uma questão de ordem proposta pelo ministro Luiz Edson Fachin, a partir de questionamentos da defesa de Temer.

 

A defesa de Temer quer que uma eventual nova denúncia contra o presidente seja suspensa até que sejam esclarecidas as suspeitas de irregularidades em torno da delação da JBS.

 

Decano do STF, o ministro José Celso de Mello Filho afirmou que Janot tem “plena liberdade” para apresentar eventual segunda denúncia contra Temer até o dia em que deixar o cargo.

Posts Recentes: Popular Mais

Sobe para 18 os mortos em acidente com ônibus que levava universitários em SP

Subiu para 18 o número de mortos em um grave acidente com um ônibus da Companhia União Litoral, que capotou na noite de quarta-feira (8) na Rodovia Mogi-Bertioga. Havia pelo menos 46 pessoas a bordo. Segundo informações dos bombeiros e da Polícia Civil, o motorista está entre os mortos e 31 pessoas ficaram feridas.   […]

Guilherme Campos (PSD) é nomeado presidente dos Correios

O presidente Michel Temer (PMDB) nomeou Guilherme Campos Júnior (PSD) para exercer o cargo de presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), conforme decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) da quinta-feira (9). Campos substituirá Giovanni Correa Queiroz, que foi exonerado ainda por Dilma Rousseff, em maio, na semana de seu afastamento […]