Lava Jato encontra ordens de pagamento da Odebrecht à cúpula do PMDB

Órgão técnico da Procuradoria-Geral da República (PGR), a Secretaria de Pesquisa e Análise (SPEA) encontrou, no sistema eletrônico da Odebrecht, ordens de pagamento ao ministro da Casa Civil, Eliseu Lemos Padilha, e ao ex-ministro Geddel Quadros Vieira Lima, a quem foram atribuídos os codinomes “Fodão” e “Babel”, respectivamente. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, os arquivos são originais e não há a possibilidade de que tenham sido forjados.

 

A ordem de pagamento para o “Fodão” é de R$ 200 mil e datada de 27 de julho de 2010, sendo que o pagamento teria sido feito em 3 de agosto do mesmo ano, em Porto Alegre – RS. A “Babel” constam sete ordens de pagamento em 2010, a primeira no valor de R$ 155 mil.

 

Além de Padilha e Geddel, foram encontradas ordens de pagamento também para o ministro da Secretaria-Geral, Wellington Moreira Franco, ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cosentino da Cunha, e ao ex-ministro Henrique Eduardo Lyra Alves. Os arquivos revelam repasses de R$ 7 milhões a Franco, outros três a Alves, com valores somados de R$ 2,17 milhões, e mais três ordens a Cunha de aproximadamente R$ 30 milhões.

Órgão técnico da Procuradoria-Geral da República (PGR), a Secretaria de Pesquisa e Análise (SPEA) encontrou, no sistema eletrônico da Odebrecht, ordens de pagamento ao ministro da Casa Civil, Eliseu Lemos Padilha, e ao ex-ministro Geddel Quadros Vieira Lima, a quem foram atribuídos os codinomes “Fodão” e “Babel”, respectivamente. Segundo o jornal Folha de S. Paulo, os arquivos são originais e não há a possibilidade de que tenham sido forjados.

 

A ordem de pagamento para o “Fodão” é de R$ 200 mil e datada de 27 de julho de 2010, sendo que o pagamento teria sido feito em 3 de agosto do mesmo ano, em Porto Alegre – RS. A “Babel” constam sete ordens de pagamento em 2010, a primeira no valor de R$ 155 mil.

 

Além de Padilha e Geddel, foram encontradas ordens de pagamento também para o ministro da Secretaria-Geral, Wellington Moreira Franco, ao ex-presidente da Câmara, Eduardo Cosentino da Cunha, e ao ex-ministro Henrique Eduardo Lyra Alves. Os arquivos revelam repasses de R$ 7 milhões a Franco, outros três a Alves, com valores somados de R$ 2,17 milhões, e mais três ordens a Cunha de aproximadamente R$ 30 milhões.

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