A HIPOCRISIA DOS CANCELAMENTOS DE CARNAVAIS

Por: A. Tavarez

 

A quaresma é um período de penitencia e jejum que antecede a páscoa cristã. É quando os fieis são preparados para as comemorações da ressureição. A última semana da quaresma é a semana santa, sendo que na quinta feira santa se comemora a última ceia e a cerimonia do lava-pés e na sexta feira santa é lembrada a crucificação e morte de Jesus e no domingo de Pascoa a ressureição. O carnaval que antecede a quaresma é um período de liberdade e diversão antes do jejum. Assim carnaval, quaresma, semana santa e páscoa fazem parte da liturgia cristã. Quanto às comemorações ouve uma divisão de responsabilidades, enquanto a quaresma e páscoa fazem parte de serviços religiosos o carnaval virou responsabilidade dos municípios como cultura popular que deve ser mantida e preservada. É um direito do cidadão e como tal uma obrigação do município. Mas a cada ano que passa aumenta o numero de cidades que cancelam o carnaval para investir em saúde pública. É muito bonito, o “prefeitão” chama a imprensa, faz um belo discurso, sua legião de apadrinhados, aspones e lambe-botas aplaudem e a administração sai por cima e pela porta da frente. Os cidadãos em sua maioria concordam por ser evidente que a saúde pública é prioridade, mas ao final nem carnaval nem saúde pública. E a lógica é de fácil compreensão. Se não tem recursos para a saúde e para o carnaval é um caso clássico de incompetência administrativa. O gestor não consegue por a casa em ordem e sabe que se não fizer o carnaval vai ser criticado por isso e também por outras falhas incluindo a saúde então faz uma magica politica e se coloca como uma pessoa preocupada com o bem estar dos munícipes conseguindo assim até aprovação popular. Mas toda essa encenação é hipocrisia para encobrir incompetência.

Por: A. Tavarez

 

A quaresma é um período de penitencia e jejum que antecede a páscoa cristã. É quando os fieis são preparados para as comemorações da ressureição. A última semana da quaresma é a semana santa, sendo que na quinta feira santa se comemora a última ceia e a cerimonia do lava-pés e na sexta feira santa é lembrada a crucificação e morte de Jesus e no domingo de Pascoa a ressureição. O carnaval que antecede a quaresma é um período de liberdade e diversão antes do jejum. Assim carnaval, quaresma, semana santa e páscoa fazem parte da liturgia cristã. Quanto às comemorações ouve uma divisão de responsabilidades, enquanto a quaresma e páscoa fazem parte de serviços religiosos o carnaval virou responsabilidade dos municípios como cultura popular que deve ser mantida e preservada. É um direito do cidadão e como tal uma obrigação do município. Mas a cada ano que passa aumenta o numero de cidades que cancelam o carnaval para investir em saúde pública. É muito bonito, o “prefeitão” chama a imprensa, faz um belo discurso, sua legião de apadrinhados, aspones e lambe-botas aplaudem e a administração sai por cima e pela porta da frente. Os cidadãos em sua maioria concordam por ser evidente que a saúde pública é prioridade, mas ao final nem carnaval nem saúde pública. E a lógica é de fácil compreensão. Se não tem recursos para a saúde e para o carnaval é um caso clássico de incompetência administrativa. O gestor não consegue por a casa em ordem e sabe que se não fizer o carnaval vai ser criticado por isso e também por outras falhas incluindo a saúde então faz uma magica politica e se coloca como uma pessoa preocupada com o bem estar dos munícipes conseguindo assim até aprovação popular. Mas toda essa encenação é hipocrisia para encobrir incompetência.

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