63 visualizações

Grupo asiático propõe retomar obras da linha 6-Laranja do Metrô de SP, diz governo

A Secretaria de Transportes Metropolitanos (STM) do Estado de São Paulo informou na quarta-feira (4) que recebeu da concessionária Move São Paulo a formalização da proposta de um grupo de empresas asiáticas para a aquisição de 100% da Linha 6-Laranja. O trecho ligará o Centro à Zona Norte, passando pela Zona Oeste, com estações próximas a diversas universidades.

As obras da linha 6-Laranja estão paradas desde setembro do ano passado porque o consórcio Move São Paulo, responsável pela construção, é formado por empresas que estão com o nome sujo, por causa da Operação Lava Jato, e não conseguem mais dinheiro para concluir o projeto.

 

De acordo com a Secretaria de Transportes, a proposta para aquisição do trecho, para construir e operar a futura linha partiu do grupo chinês formado pelas empresas China Railway Capital Co. Ltd. e China Railway First Group Ltd. Essas duas companhias se associarão a um grupo de investidores japoneses, liderados pela Mitsui, para assumir integralmente o contrato de concessão da linha 6.

 

A secretaria informou que uma nova licitação não é necessária, neste caso, porque se trata da compra do consórcio por outro grupo de empresas. Segundo a pasta, as empresas pediram prazo de 90 dias para apresentar os documentos necessários para a transferência da concessão. Elas querem a garantia de que terão, por exemplo, empréstimos de longo prazo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), documentação societária e atestado de competência técnica.

 

A previsão do governo é que, caso o contrato seja assinado após o prazo de 90 dias, as obras sejam retomadas em janeiro de 2018. O governo do Estado já investiu na linha 6-Laranja R$ 694 milhões para pagamento de obras civis e R$ 979 milhões para pagamento das desapropriações de 371 ações.

 

A implantação do trecho teve início em Janeiro de 2015 e, em 2 de Setembro do ano passado, a Move São Paulo informou sobre a paralisação integral das obras, alegando dificuldades na obtenção de financiamento de longo prazo junto ao BNDES.

A Secretaria de Transportes Metropolitanos (STM) do Estado de São Paulo informou na quarta-feira (4) que recebeu da concessionária Move São Paulo a formalização da proposta de um grupo de empresas asiáticas para a aquisição de 100% da Linha 6-Laranja. O trecho ligará o Centro à Zona Norte, passando pela Zona Oeste, com estações próximas a diversas universidades.

As obras da linha 6-Laranja estão paradas desde setembro do ano passado porque o consórcio Move São Paulo, responsável pela construção, é formado por empresas que estão com o nome sujo, por causa da Operação Lava Jato, e não conseguem mais dinheiro para concluir o projeto.

 

De acordo com a Secretaria de Transportes, a proposta para aquisição do trecho, para construir e operar a futura linha partiu do grupo chinês formado pelas empresas China Railway Capital Co. Ltd. e China Railway First Group Ltd. Essas duas companhias se associarão a um grupo de investidores japoneses, liderados pela Mitsui, para assumir integralmente o contrato de concessão da linha 6.

 

A secretaria informou que uma nova licitação não é necessária, neste caso, porque se trata da compra do consórcio por outro grupo de empresas. Segundo a pasta, as empresas pediram prazo de 90 dias para apresentar os documentos necessários para a transferência da concessão. Elas querem a garantia de que terão, por exemplo, empréstimos de longo prazo junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), documentação societária e atestado de competência técnica.

 

A previsão do governo é que, caso o contrato seja assinado após o prazo de 90 dias, as obras sejam retomadas em janeiro de 2018. O governo do Estado já investiu na linha 6-Laranja R$ 694 milhões para pagamento de obras civis e R$ 979 milhões para pagamento das desapropriações de 371 ações.

 

A implantação do trecho teve início em Janeiro de 2015 e, em 2 de Setembro do ano passado, a Move São Paulo informou sobre a paralisação integral das obras, alegando dificuldades na obtenção de financiamento de longo prazo junto ao BNDES.

Posts Recentes: Popular Mais

Sobe para 18 os mortos em acidente com ônibus que levava universitários em SP

Subiu para 18 o número de mortos em um grave acidente com um ônibus da Companhia União Litoral, que capotou na noite de quarta-feira (8) na Rodovia Mogi-Bertioga. Havia pelo menos 46 pessoas a bordo. Segundo informações dos bombeiros e da Polícia Civil, o motorista está entre os mortos e 31 pessoas ficaram feridas.   […]

Guilherme Campos (PSD) é nomeado presidente dos Correios

O presidente Michel Temer (PMDB) nomeou Guilherme Campos Júnior (PSD) para exercer o cargo de presidente da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT), conforme decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) da quinta-feira (9). Campos substituirá Giovanni Correa Queiroz, que foi exonerado ainda por Dilma Rousseff, em maio, na semana de seu afastamento […]