Greve dos Ferroviários da CPTM nas linhas 7-Rubi e 10-Turquesa é adiada

Os trabalhadores das linhas 7-Rubi (Luz – Francisco Morato – Jundiaí) e 10-Turquesa (Rio Grande da Serra – Santo André – Brás) da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), filiados ao Sindicato dos Ferroviários de São Paulo, decidiram em assembleia no início da noite da terça-feira (31) que não vão parar  na quarta-feira (1º).

 

A categoria, entretanto, continua em estado de greve. De acordo com o sindicato, haverá outra assembleia no início da noite do próximo dia 8 de novembro que vai decidir sobre uma eventual paralisação.

 

Também no dia 8, mas na parte da tarde, deve haver uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho  (TRT) para uma tentativa de conciliação com a CPTM, em torno do Programa de Participação nos Resultados (PPR).

 

Na tarde da terça-feira, não houve acordo na audiência realizada no tribunal.

 

Segundo a entidade trabalhista, para definir os valores do PPR, a CPTM usa nove indicadores. O sindicato, entretanto, diz só reconhecer o indicador “número de passageiros”.

 

No ano passado, o PPR dos funcionários da CPTM foi em torno de R$ 4 mil. A categoria quer manter ou ampliar este valor.

 

Os trabalhadores das outras linhas da CPTM não haviam cogitado greve. Há uma divisão entre sindicatos de acordo com as origens históricas de cada linha.

 

Sindicato dos Ferroviários de São Paulo: trabalhadores das linhas 7-Rubi (Luz – Francisco Morato – Jundiaí) e 10-Turquesa (Brás – Santo André – Rio Grande da Serra).

 

Sindicato dos Ferroviários da Zona Sorocabana: funcionários das linhas 8-Diamante (Júlio Prestes – Itapevi – Amador Bueno) e 9-Esmeralda (Osasco –  Grajaú).

 

Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil: funcionários que atuam nas linhas 11-Coral  (Luz – Mogi das Cruzes – Estudantes) e 12-Safira (Brás – Itaquaquecetuba – Calmon Viana).

 

Sindicato dos Engenheiros.

Os trabalhadores das linhas 7-Rubi (Luz – Francisco Morato – Jundiaí) e 10-Turquesa (Rio Grande da Serra – Santo André – Brás) da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), filiados ao Sindicato dos Ferroviários de São Paulo, decidiram em assembleia no início da noite da terça-feira (31) que não vão parar  na quarta-feira (1º).

 

A categoria, entretanto, continua em estado de greve. De acordo com o sindicato, haverá outra assembleia no início da noite do próximo dia 8 de novembro que vai decidir sobre uma eventual paralisação.

 

Também no dia 8, mas na parte da tarde, deve haver uma audiência no Tribunal Regional do Trabalho  (TRT) para uma tentativa de conciliação com a CPTM, em torno do Programa de Participação nos Resultados (PPR).

 

Na tarde da terça-feira, não houve acordo na audiência realizada no tribunal.

 

Segundo a entidade trabalhista, para definir os valores do PPR, a CPTM usa nove indicadores. O sindicato, entretanto, diz só reconhecer o indicador “número de passageiros”.

 

No ano passado, o PPR dos funcionários da CPTM foi em torno de R$ 4 mil. A categoria quer manter ou ampliar este valor.

 

Os trabalhadores das outras linhas da CPTM não haviam cogitado greve. Há uma divisão entre sindicatos de acordo com as origens históricas de cada linha.

 

Sindicato dos Ferroviários de São Paulo: trabalhadores das linhas 7-Rubi (Luz – Francisco Morato – Jundiaí) e 10-Turquesa (Brás – Santo André – Rio Grande da Serra).

 

Sindicato dos Ferroviários da Zona Sorocabana: funcionários das linhas 8-Diamante (Júlio Prestes – Itapevi – Amador Bueno) e 9-Esmeralda (Osasco –  Grajaú).

 

Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil: funcionários que atuam nas linhas 11-Coral  (Luz – Mogi das Cruzes – Estudantes) e 12-Safira (Brás – Itaquaquecetuba – Calmon Viana).

 

Sindicato dos Engenheiros.

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