Gleisi e Lindbergh denunciados por incitar o crime a pretexto de defender Lula

A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, e o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias, são alvos de duas novas denúncias no Conselho de Ética do Senado, formalizadas nesta quinta-feira (8) pelo senador José Medeiros (Podemos).

 

Medeiros tomou como base pedir a abertura de processo disciplinar contra os senadores uma entrevista de Gleisi Hoffmann ao site Poder 360, em que a senadora afirmou que “vai ter que prender e matar gente”, para prender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, julgado e condenado a 12 anos e um mês de prisão, em 24 de janeiro, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso envolvendo o Tríplex do Guarujá – SP.

 

Na denúncia contra Lindbergh, Medeiros mencionou postagens do petista em redes sociais nas quais o líder do PT apoiou Gleisi Hoffmann, afirmando que a militância tem disposição para lutar nas ruas e defender a democracia.

 

“Dessa maneira, cometeu [cada denunciado] evidente abuso da imunidade parlamentar material, incidindo em quebra de decoro parlamentar, punível com a perda de mandato”, disse Medeiros nas duas denúncias.

 

Por não se tratar de representações, mas de denúncia, uma censura ou advertência são as penas máximas possíveis ao final de um eventual processo contra os senadores. Porém, se for convertida em representação, poderá resultar em punição mais grave, como a perda de mandato.

 

O presidente do Conselho de Ética, João Alberto (MDB), será o primeiro responsável por analisar se arquiva ou dá andamento às denúncias, que podem ser encaminhadas à Advocacia do Senado, responsável pela emissão de pareceres técnicos sobre as acusações, antes de qualquer decisão.

A senadora Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT, e o líder do PT no Senado, Lindbergh Farias, são alvos de duas novas denúncias no Conselho de Ética do Senado, formalizadas nesta quinta-feira (8) pelo senador José Medeiros (Podemos).

 

Medeiros tomou como base pedir a abertura de processo disciplinar contra os senadores uma entrevista de Gleisi Hoffmann ao site Poder 360, em que a senadora afirmou que “vai ter que prender e matar gente”, para prender o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, julgado e condenado a 12 anos e um mês de prisão, em 24 de janeiro, pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro, no caso envolvendo o Tríplex do Guarujá – SP.

 

Na denúncia contra Lindbergh, Medeiros mencionou postagens do petista em redes sociais nas quais o líder do PT apoiou Gleisi Hoffmann, afirmando que a militância tem disposição para lutar nas ruas e defender a democracia.

 

“Dessa maneira, cometeu [cada denunciado] evidente abuso da imunidade parlamentar material, incidindo em quebra de decoro parlamentar, punível com a perda de mandato”, disse Medeiros nas duas denúncias.

 

Por não se tratar de representações, mas de denúncia, uma censura ou advertência são as penas máximas possíveis ao final de um eventual processo contra os senadores. Porém, se for convertida em representação, poderá resultar em punição mais grave, como a perda de mandato.

 

O presidente do Conselho de Ética, João Alberto (MDB), será o primeiro responsável por analisar se arquiva ou dá andamento às denúncias, que podem ser encaminhadas à Advocacia do Senado, responsável pela emissão de pareceres técnicos sobre as acusações, antes de qualquer decisão.

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