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Filho de Lula usou empresas como fachada para receber repasses da Oi, diz executivo

Marco Aurélio Vitale, ex-diretor comercial do grupo empresarial de Jonas Suassuna, afirmou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo que Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu repasses da Oi por meio de empresas de fachada.

 

O Grupo Gol (atua na área editorial e de tecnologia), pertencente a Suassuna, seria uma espécie de “laranja” de Fábio, disse Vitale.

 

Suassuna é sócio de Fábio na empresa Gamecorp e dono de metade do sítio de Atibaia – SP, atribuído a Lula. Segundo Vitale, o Grupo Gol firmou contratos “sem lógica comercial” com a Oi. O objetivo era injetar recursos da empresa de telefonia nas firmas do grupo.

 

De acordo com relatório da Polícia Federal, as empresas de Suassuna receberam R$ 66,4 milhões da tele de 2004 a 2016.

 

Na entrevista, Vitale diz que “muitos” acreditavam que os valores seriam uma contrapartida à edição de um decreto pelo ex-presidente Lula que viabilizou a compra da Brasil Telecom pela Oi em 2008.

 

“Jonas e suas empresas foram utilizadas, na minha opinião, como uma fachada necessária para que o Fábio e o Kalil (…) realizassem seus negócios através da ligação familiar. Nesse movimento, os negócios não eram o mais importante. O importante era a entrada de dinheiro”, afirmou ao jornal.

 

O empresário Jonas Suassuna negou ter sido favorecido pela Oi em razão de suas relações com o filho do ex-presidente Lula. Afirmou que não foi citado em nenhuma delação premiada e que o caso já passou pelo escrutínio da Receita Federal.

Marco Aurélio Vitale, ex-diretor comercial do grupo empresarial de Jonas Suassuna, afirmou em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo que Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, recebeu repasses da Oi por meio de empresas de fachada.

 

O Grupo Gol (atua na área editorial e de tecnologia), pertencente a Suassuna, seria uma espécie de “laranja” de Fábio, disse Vitale.

 

Suassuna é sócio de Fábio na empresa Gamecorp e dono de metade do sítio de Atibaia – SP, atribuído a Lula. Segundo Vitale, o Grupo Gol firmou contratos “sem lógica comercial” com a Oi. O objetivo era injetar recursos da empresa de telefonia nas firmas do grupo.

 

De acordo com relatório da Polícia Federal, as empresas de Suassuna receberam R$ 66,4 milhões da tele de 2004 a 2016.

 

Na entrevista, Vitale diz que “muitos” acreditavam que os valores seriam uma contrapartida à edição de um decreto pelo ex-presidente Lula que viabilizou a compra da Brasil Telecom pela Oi em 2008.

 

“Jonas e suas empresas foram utilizadas, na minha opinião, como uma fachada necessária para que o Fábio e o Kalil (…) realizassem seus negócios através da ligação familiar. Nesse movimento, os negócios não eram o mais importante. O importante era a entrada de dinheiro”, afirmou ao jornal.

 

O empresário Jonas Suassuna negou ter sido favorecido pela Oi em razão de suas relações com o filho do ex-presidente Lula. Afirmou que não foi citado em nenhuma delação premiada e que o caso já passou pelo escrutínio da Receita Federal.

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