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Em meio à polêmica do Enem, Bolsonaro chama direitos humanos de “esterco da vagabundagem”

O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Nantes Bolsonaro (PSC), filho do deputado Jair Messias Bolsonaro (PSC), publicou no Twitter uma foto em que seu pai segura um cartaz com a seguinte frase: “Direitos humanos, esterco da vagabundagem”. A imagem faz referência a um tuite com o mesmo teor escrito pelo deputado em 16 de agosto de 2016.

 

Segundo Carlos, a mensagem de seu pai é uma “dica para a redação do Enem quando Bolsonaro for eleito presidente em 2018”. O tuite do vereador foi publicado horas antes de a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia Antunes Rocha, liberar redações que ferem os direitos humanos no Exame Nacional do Ensino Médio.

 

Cármen Lúcia negou no sábado (4) pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) para suspender a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que determinou a revogação da regra prevista no edital do exame que zerava a redação que atacasse os direitos humanos. O TRF-1 aceitou pedido da Associação Escola Sem Partido, que alegou que a proibição atentava contra a liberdade de expressão.

 

Com a decisão da presidente do Supremo, o conteúdo desse tipo poderá levar o candidato a perder, no máximo, 200 pontos, de um total de 1.000, segundo a avaliação do corretor.

 

Bolsonaro é um dos defensores no Congresso Nacional do projeto de lei que prevê punição aos professores acusados de “doutrinação ideológica” em sala de aula. A proposta, mais conhecida como Escola sem partido, enfrenta grande resistência de educadores e entidades educacionais, que veem nela o cerceamento da liberdade de expressão e uma brecha para perseguições políticas dentro das escolas.

O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Nantes Bolsonaro (PSC), filho do deputado Jair Messias Bolsonaro (PSC), publicou no Twitter uma foto em que seu pai segura um cartaz com a seguinte frase: “Direitos humanos, esterco da vagabundagem”. A imagem faz referência a um tuite com o mesmo teor escrito pelo deputado em 16 de agosto de 2016.

 

Segundo Carlos, a mensagem de seu pai é uma “dica para a redação do Enem quando Bolsonaro for eleito presidente em 2018”. O tuite do vereador foi publicado horas antes de a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia Antunes Rocha, liberar redações que ferem os direitos humanos no Exame Nacional do Ensino Médio.

 

Cármen Lúcia negou no sábado (4) pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) para suspender a decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que determinou a revogação da regra prevista no edital do exame que zerava a redação que atacasse os direitos humanos. O TRF-1 aceitou pedido da Associação Escola Sem Partido, que alegou que a proibição atentava contra a liberdade de expressão.

 

Com a decisão da presidente do Supremo, o conteúdo desse tipo poderá levar o candidato a perder, no máximo, 200 pontos, de um total de 1.000, segundo a avaliação do corretor.

 

Bolsonaro é um dos defensores no Congresso Nacional do projeto de lei que prevê punição aos professores acusados de “doutrinação ideológica” em sala de aula. A proposta, mais conhecida como Escola sem partido, enfrenta grande resistência de educadores e entidades educacionais, que veem nela o cerceamento da liberdade de expressão e uma brecha para perseguições políticas dentro das escolas.

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