Em depoimento, Dilma diz que interesse na Odebrecht não era por propina

A presidente cassada Dilma Vana Rousseff (PT) prestou depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, na sexta-feira (27), por meio de videoconferência, dentro do processo que investiga o ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil Aldemir Bendine.

 

Ela chegou à sede da Justiça Federal, em Belo Horizonte – MG, por volta das 10h50, e foi ouvida por pouco mais de 20 minutos. Dilma não foi até Curitiba – PR porque está cuidado da saúde da mãe, na capital mineira.

 

“Tínhamos uma relação de grande interesse não para que eles contribuíssem ou não para a campanha, mas pela importância que o grupo tinha e, acredito que ainda tem, na economia brasileira”, respondeu Dilma Rousseff.

 

Ela foi ouvida na condição de testemunha de Bendine, que é réu por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, pertinência a organização criminosa e embaraço à investigação. Esta foi também a primeira vez em que a ex-presidente, que não é investigada, foi interrogada por Moro.

 

Bendine é suspeito de receber R$ 3 milhões em propina da empreiteira para que ela, segundo os procuradores da Lava Jato, “não fosse prejudicada em seus interesses na Petrobras”. Ele foi indicado ao cargo na estatal durante o governo de Dilma, em 2015.

A presidente cassada Dilma Vana Rousseff (PT) prestou depoimento ao juiz federal Sérgio Moro, na sexta-feira (27), por meio de videoconferência, dentro do processo que investiga o ex-presidente da Petrobras e do Banco do Brasil Aldemir Bendine.

 

Ela chegou à sede da Justiça Federal, em Belo Horizonte – MG, por volta das 10h50, e foi ouvida por pouco mais de 20 minutos. Dilma não foi até Curitiba – PR porque está cuidado da saúde da mãe, na capital mineira.

 

“Tínhamos uma relação de grande interesse não para que eles contribuíssem ou não para a campanha, mas pela importância que o grupo tinha e, acredito que ainda tem, na economia brasileira”, respondeu Dilma Rousseff.

 

Ela foi ouvida na condição de testemunha de Bendine, que é réu por corrupção passiva, lavagem de dinheiro, pertinência a organização criminosa e embaraço à investigação. Esta foi também a primeira vez em que a ex-presidente, que não é investigada, foi interrogada por Moro.

 

Bendine é suspeito de receber R$ 3 milhões em propina da empreiteira para que ela, segundo os procuradores da Lava Jato, “não fosse prejudicada em seus interesses na Petrobras”. Ele foi indicado ao cargo na estatal durante o governo de Dilma, em 2015.

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