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Eduardo Cunha completa um ano na prisão

O ex-presidente da Câmara é encarregado de distribuir marmitas para os outros detentos do Complexo Médico-Penal durante as refeições.

 

Na quinta-feira (19) completa um ano da prisão de Eduardo Cosentino da Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados. Em outubro do ano passado, o parlamentar foi preso pela Polícia Federal (PF) em seu apartamento, em Brasília – DF, por ordem do juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato.

 

À época do pedido de prisão, o magistrado considerou um risco eminente para aplicação da lei, uma vez que as contas do ex-deputado no exterior não foram identificadas em sua totalidade. O Ministério Público Federal (MPF) alegava risco de fuga de Cunha.

 

Durante o tempo em que está preso, Eduardo Cunha não saiu do noticiário político. O ex-deputado ameaçou fazer um acordo de delação que poderia prejudicar mais de 150 parlamentares, mas ainda não o fez.

 

Citado em diversas delações desde sua prisão, a última acusação contra Cunha foi feita em depoimento do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, que afirmou que o parlamentar carioca recebeu R$ 1 milhão para comprar votos a favor do impeachment da presidente afastada Dilma Vana Rousseff (PT).

 

Preso no Complexo Médico Penal de Pinhais – PR, Eduardo Cunha não pode receber visitas íntimas devido a regras do presídio, uma vez que o local possui presos com alguma doença, segundo a direção da penitenciária.

 

O ex-presidente da Câmara é encarregado de distribuir marmitas para os outros detentos durante as refeições, incluindo o café da manhã servido às 6h. Segundo a Lei de Execução Penal, para cada três dias trabalhados, o detento abate um dia da condenação que, no caso de Cunha, foi de 15 anos e 4 meses.

 

Entre os colegas de presídio, Cunha é visto como uma pessoa fria que não demonstra sentimentos.

O ex-presidente da Câmara é encarregado de distribuir marmitas para os outros detentos do Complexo Médico-Penal durante as refeições.

 

Na quinta-feira (19) completa um ano da prisão de Eduardo Cosentino da Cunha, ex-presidente da Câmara dos Deputados. Em outubro do ano passado, o parlamentar foi preso pela Polícia Federal (PF) em seu apartamento, em Brasília – DF, por ordem do juiz Sérgio Moro, da Operação Lava Jato.

 

À época do pedido de prisão, o magistrado considerou um risco eminente para aplicação da lei, uma vez que as contas do ex-deputado no exterior não foram identificadas em sua totalidade. O Ministério Público Federal (MPF) alegava risco de fuga de Cunha.

 

Durante o tempo em que está preso, Eduardo Cunha não saiu do noticiário político. O ex-deputado ameaçou fazer um acordo de delação que poderia prejudicar mais de 150 parlamentares, mas ainda não o fez.

 

Citado em diversas delações desde sua prisão, a última acusação contra Cunha foi feita em depoimento do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, que afirmou que o parlamentar carioca recebeu R$ 1 milhão para comprar votos a favor do impeachment da presidente afastada Dilma Vana Rousseff (PT).

 

Preso no Complexo Médico Penal de Pinhais – PR, Eduardo Cunha não pode receber visitas íntimas devido a regras do presídio, uma vez que o local possui presos com alguma doença, segundo a direção da penitenciária.

 

O ex-presidente da Câmara é encarregado de distribuir marmitas para os outros detentos durante as refeições, incluindo o café da manhã servido às 6h. Segundo a Lei de Execução Penal, para cada três dias trabalhados, o detento abate um dia da condenação que, no caso de Cunha, foi de 15 anos e 4 meses.

 

Entre os colegas de presídio, Cunha é visto como uma pessoa fria que não demonstra sentimentos.

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