Doria deve ficar fora da disputa pelo governo de São Paulo

O prefeito de São Paulo – SP, João Doria Júnior (PSDB), terá que se contentar em ser prefeito de São Paulo, embora dê demonstrações constantes de aversão ao cargo para o qual foi eleito. Como bem definiu Alberto Goldman, vice-presidente nacional do PSDB, a cidade de São Paulo não elegeu um prefeito, mas sim um personagem disposto a fazer da prefeitura um trampolim para a presidência da República.

 

Este segundo projeto, no entanto, também deve naufragar, uma vez que sua candidatura enfrenta resistência em todos os setores do PSDB. De um lado, o governador Geraldo Alckmin defende uma aliança em torno do vice Márcio França, do PSB.

 

De outro, o senador José Aníbal (PSDB), que também é pré-candidato ao governo paulista, tem o apoio dos serristas e defende prévias apenas em maio – o que obrigaria Doria a disputá-las fora do cargo. Isso porque, de acordo com a lei eleitoral, Doria teria que renunciar ao cargo em abril, quando ocorre a desincompatibilização dos cargos.

 

No PSDB, há até quem defenda que Doria seja candidato, mas com prévias em maio, numa escolha restrita à cúpula do partido. Desta forma, Doria não teria como comprar apoio de militantes e perderia a disputa depois de renunciar ao cargo na prefeitura. Assim, a cidade de São Paulo seria administrada por Bruno Covas, um tucano autêntico, e Doria, que consolidou uma imagem de aventureiro e traidor, seria atirado ao mar. Ciente dos riscos, a tendência é de que o próprio Doria se convença de que o único caminho que lhe resta é permanecer no cargo para o qual foi eleito e tentar ser prefeito nos quase três anos que lhe restam.

O prefeito de São Paulo – SP, João Doria Júnior (PSDB), terá que se contentar em ser prefeito de São Paulo, embora dê demonstrações constantes de aversão ao cargo para o qual foi eleito. Como bem definiu Alberto Goldman, vice-presidente nacional do PSDB, a cidade de São Paulo não elegeu um prefeito, mas sim um personagem disposto a fazer da prefeitura um trampolim para a presidência da República.

 

Este segundo projeto, no entanto, também deve naufragar, uma vez que sua candidatura enfrenta resistência em todos os setores do PSDB. De um lado, o governador Geraldo Alckmin defende uma aliança em torno do vice Márcio França, do PSB.

 

De outro, o senador José Aníbal (PSDB), que também é pré-candidato ao governo paulista, tem o apoio dos serristas e defende prévias apenas em maio – o que obrigaria Doria a disputá-las fora do cargo. Isso porque, de acordo com a lei eleitoral, Doria teria que renunciar ao cargo em abril, quando ocorre a desincompatibilização dos cargos.

 

No PSDB, há até quem defenda que Doria seja candidato, mas com prévias em maio, numa escolha restrita à cúpula do partido. Desta forma, Doria não teria como comprar apoio de militantes e perderia a disputa depois de renunciar ao cargo na prefeitura. Assim, a cidade de São Paulo seria administrada por Bruno Covas, um tucano autêntico, e Doria, que consolidou uma imagem de aventureiro e traidor, seria atirado ao mar. Ciente dos riscos, a tendência é de que o próprio Doria se convença de que o único caminho que lhe resta é permanecer no cargo para o qual foi eleito e tentar ser prefeito nos quase três anos que lhe restam.

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