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Dívida trabalhista de Cristiane Brasil é paga por funcionária da ministra

A dívida trabalhista que a ministra Cristiane Brasil Francisco (PTB) tem com um antigo funcionário é paga por uma assessora dela. Conforme o jornal O Globo mostrou, nove das 10 parcelas de R$ 1,4 mil foram quitadas por uma funcionária da ministra na Câmara.

 

Leonardo Eugênio de Almeida Moreira disse à Justiça que trabalhou por um ano e meio como motorista da família de Cristiane Brasil, sem registro na carteira de trabalho. A deputada disse que nunca o contratou, mas aceitou fazer um acordo para pagar R$ 14 mil de indenização ao motorista, em 10 parcelas de R$ 1,4 mil.

 

Os pagamentos das 9 parcelas já vencidas foram feitos por uma assessora de Cristiane Brasil. O advogado de Leonardo confirma a informação. Vera Lúcia de Azevedo foi nomeada secretária parlamentar no gabinete de Cristiane Brasil em fevereiro de 2015, com um salário líquido de R$ 10,8 mil.

 

A assessora representou a deputada na reclamação trabalhista como preposta, já que a futura ministra do Trabalho não compareceu a nenhuma audiência na Justiça do Trabalho.

 

Cristiane Brasil disse que os pagamentos foram feitos pela assessora por uma questão de praticidade. Além disso, ela “entendeu que o dever de garantir o cumprimento do acordado em termos de pontualidade nos pagamentos” cabia à assessora.

 

Os advogados do motorista dizem que a responsabilidade pelos pagamentos é de quem foi reconhecida como empregadora, mesmo que não tenha comparecido à audiência.

 

Nas contas da deputada, a Justiça não encontra o dinheiro que procura. Cristiane Brasil foi condenada a pagar R$ 60 mil em uma ação movida por outro motorista. Mesmo com três ordens de penhora decretadas, a futura ministra do trabalho ainda deve cerca de R$ 26 mil.

A dívida trabalhista que a ministra Cristiane Brasil Francisco (PTB) tem com um antigo funcionário é paga por uma assessora dela. Conforme o jornal O Globo mostrou, nove das 10 parcelas de R$ 1,4 mil foram quitadas por uma funcionária da ministra na Câmara.

 

Leonardo Eugênio de Almeida Moreira disse à Justiça que trabalhou por um ano e meio como motorista da família de Cristiane Brasil, sem registro na carteira de trabalho. A deputada disse que nunca o contratou, mas aceitou fazer um acordo para pagar R$ 14 mil de indenização ao motorista, em 10 parcelas de R$ 1,4 mil.

 

Os pagamentos das 9 parcelas já vencidas foram feitos por uma assessora de Cristiane Brasil. O advogado de Leonardo confirma a informação. Vera Lúcia de Azevedo foi nomeada secretária parlamentar no gabinete de Cristiane Brasil em fevereiro de 2015, com um salário líquido de R$ 10,8 mil.

 

A assessora representou a deputada na reclamação trabalhista como preposta, já que a futura ministra do Trabalho não compareceu a nenhuma audiência na Justiça do Trabalho.

 

Cristiane Brasil disse que os pagamentos foram feitos pela assessora por uma questão de praticidade. Além disso, ela “entendeu que o dever de garantir o cumprimento do acordado em termos de pontualidade nos pagamentos” cabia à assessora.

 

Os advogados do motorista dizem que a responsabilidade pelos pagamentos é de quem foi reconhecida como empregadora, mesmo que não tenha comparecido à audiência.

 

Nas contas da deputada, a Justiça não encontra o dinheiro que procura. Cristiane Brasil foi condenada a pagar R$ 60 mil em uma ação movida por outro motorista. Mesmo com três ordens de penhora decretadas, a futura ministra do trabalho ainda deve cerca de R$ 26 mil.

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