Corrupção prende todos os ex-governadores eleitos do Rio desde 1998

A crise política no Rio de Janeiro provocou um fato inédito no país com a prisão dos ex-governadores Anthony William Matheus de Oliveira, Anthony Garotinho e Rosângela Barros Assed Matheus de Oliveira, Rosinha Garotinho na quarta-feira (22): todos os eleitos para o Palácio da Guanabara desde 1998 estão atrás das grades.

 

Anthony Garotinho governou o Rio entre 1999 e 2002 e foi seguido pelo mandato de sua esposa entre os anos de 2003 e 2006. Já Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho, Sérgio Cabral, que ficou dois mandatos seguidos no poder até sua renúncia, entre os anos de 2007 e 2014, também está preso.

 

A atual senadora Benedita Souza da Silva Sampaio, que governou o Estado interinamente entre 6 de abril e 31 de dezembro de 2002, tentou se eleger para o cargo, mas não obteve sucesso – perdendo para Rosinha no pleito de 2002.

 

Situação semelhante é a do atual governador Luiz Fernando de Souza, Luiz Fernando Pezão.

 

Ele assumiu interinamente o cargo após a renúncia de Cabral, em 3 de abril de 2014, mas foi eleito no mesmo ano e está no posto de governador até hoje. No entanto, seu nome já começa a aparecer em delações como parte do esquema de corrupção que atingiu o Estado nas últimas duas décadas.

 

A situação é parecida na Assembleia Legislativa do Estado, a Alerj. Todos os presidentes da entidade desde 1995 também foram presos. Neste caso, volta a aparecer o nome de Cabral (1995 a 2002), e dos “recém-detidos” Jorge Sayeda Picciani (2003 a 2010) e Paulo César de Melo Sá (2011 a 2014).

 

As acusações contra os detidos são inúmeras, desde crimes de corrupção e lavagem de dinheiro até organização criminosa e fraude.

A crise política no Rio de Janeiro provocou um fato inédito no país com a prisão dos ex-governadores Anthony William Matheus de Oliveira, Anthony Garotinho e Rosângela Barros Assed Matheus de Oliveira, Rosinha Garotinho na quarta-feira (22): todos os eleitos para o Palácio da Guanabara desde 1998 estão atrás das grades.

 

Anthony Garotinho governou o Rio entre 1999 e 2002 e foi seguido pelo mandato de sua esposa entre os anos de 2003 e 2006. Já Sérgio de Oliveira Cabral Santos Filho, Sérgio Cabral, que ficou dois mandatos seguidos no poder até sua renúncia, entre os anos de 2007 e 2014, também está preso.

 

A atual senadora Benedita Souza da Silva Sampaio, que governou o Estado interinamente entre 6 de abril e 31 de dezembro de 2002, tentou se eleger para o cargo, mas não obteve sucesso – perdendo para Rosinha no pleito de 2002.

 

Situação semelhante é a do atual governador Luiz Fernando de Souza, Luiz Fernando Pezão.

 

Ele assumiu interinamente o cargo após a renúncia de Cabral, em 3 de abril de 2014, mas foi eleito no mesmo ano e está no posto de governador até hoje. No entanto, seu nome já começa a aparecer em delações como parte do esquema de corrupção que atingiu o Estado nas últimas duas décadas.

 

A situação é parecida na Assembleia Legislativa do Estado, a Alerj. Todos os presidentes da entidade desde 1995 também foram presos. Neste caso, volta a aparecer o nome de Cabral (1995 a 2002), e dos “recém-detidos” Jorge Sayeda Picciani (2003 a 2010) e Paulo César de Melo Sá (2011 a 2014).

 

As acusações contra os detidos são inúmeras, desde crimes de corrupção e lavagem de dinheiro até organização criminosa e fraude.

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