Congresso não é responsável pelo rebaixamento da nota do Brasil, diz Maia

Contrariado com as críticas que responsabilizam o Congresso pelo rebaixamento da nota de classificação de risco do Brasil, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Felinto Ibarra Epitácio Maia, Rodrigo Maia (DEM), disse que a decisão da agência Standard & Poor’s serve para uma “reflexão” sobre a necessidade de se fazer um forte ajuste nas contas públicas.

 

Para Maia, o momento não é de encontrar “culpados”, mas sim de buscar “soluções” para o país.

 

“A decisão da agência, que rebaixou a nota de classificação de risco brasileira, é um momento para reflexão. Temos uma grave crise fiscal e precisamos resolvê-la. O Congresso aprovou várias medidas importantes para a recuperação econômica do país e não é correto responsabilizá-lo pelo rebaixamento”, afirmou Rodrigo Maia.

 

O presidente da Câmara não gostou de declarações iniciais do ministro da Fazenda, Henrique de Campos Meirelles, e de assessores de Temer que destacaram pontos da nota da agência indicando que a não aprovação pelo Congresso de medidas fiscais, como a reforma da Previdência, foi uma das causas da redução da nota de risco do Brasil.

 

“Isso não ajuda. Sabemos que, se não fossem as duas denúncias contra o presidente Temer, teríamos condições de aprovar a reforma da Previdência. E isso não foi culpa do Legislativo”, afirmou Maia.

 

Ele lembrou que, antes das denúncias feitas pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente, o governo aprovou o teto dos gastos públicos com os votos de 366 deputados.

 

“Depois, na segunda denúncia, o apoio do Palácio do Planalto caiu para 251 votos. A base diminuiu de tamanho entre um fato e outro. Esse foi o problema. Então, precisamos trabalhar para resolver isso e aprovar a reforma da Previdência”, disse.

 

Rodrigo Maia chegou a conversar com Temer para reclamar das declarações de governistas responsabilizando o Legislativo. O presidente concordou que isso não ajudava e soltou, em seguida, nota elogiando o Congresso pelas medidas aprovadas e afirmando contar com os parlamentares para aprovar as medidas necessárias para que a nota brasileira volte a ser elevada.

 

Na sexta-feira (12), o ministro Henrique Meirelles procurou evitar atritos com a Câmara. “O que lembramos foi o que disse a nota da agência, mas sabemos e reconhecemos a importância do Congresso na aprovação de medidas como o teto dos gastos públicos e reforma trabalhista. E contamos com os parlamentares para aprovar novas medidas, como a reforma da Previdência, que vão permitir reverter esse rebaixamento”, afirmou Meirelles.

Contrariado com as críticas que responsabilizam o Congresso pelo rebaixamento da nota de classificação de risco do Brasil, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Felinto Ibarra Epitácio Maia, Rodrigo Maia (DEM), disse que a decisão da agência Standard & Poor’s serve para uma “reflexão” sobre a necessidade de se fazer um forte ajuste nas contas públicas.

 

Para Maia, o momento não é de encontrar “culpados”, mas sim de buscar “soluções” para o país.

 

“A decisão da agência, que rebaixou a nota de classificação de risco brasileira, é um momento para reflexão. Temos uma grave crise fiscal e precisamos resolvê-la. O Congresso aprovou várias medidas importantes para a recuperação econômica do país e não é correto responsabilizá-lo pelo rebaixamento”, afirmou Rodrigo Maia.

 

O presidente da Câmara não gostou de declarações iniciais do ministro da Fazenda, Henrique de Campos Meirelles, e de assessores de Temer que destacaram pontos da nota da agência indicando que a não aprovação pelo Congresso de medidas fiscais, como a reforma da Previdência, foi uma das causas da redução da nota de risco do Brasil.

 

“Isso não ajuda. Sabemos que, se não fossem as duas denúncias contra o presidente Temer, teríamos condições de aprovar a reforma da Previdência. E isso não foi culpa do Legislativo”, afirmou Maia.

 

Ele lembrou que, antes das denúncias feitas pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o presidente, o governo aprovou o teto dos gastos públicos com os votos de 366 deputados.

 

“Depois, na segunda denúncia, o apoio do Palácio do Planalto caiu para 251 votos. A base diminuiu de tamanho entre um fato e outro. Esse foi o problema. Então, precisamos trabalhar para resolver isso e aprovar a reforma da Previdência”, disse.

 

Rodrigo Maia chegou a conversar com Temer para reclamar das declarações de governistas responsabilizando o Legislativo. O presidente concordou que isso não ajudava e soltou, em seguida, nota elogiando o Congresso pelas medidas aprovadas e afirmando contar com os parlamentares para aprovar as medidas necessárias para que a nota brasileira volte a ser elevada.

 

Na sexta-feira (12), o ministro Henrique Meirelles procurou evitar atritos com a Câmara. “O que lembramos foi o que disse a nota da agência, mas sabemos e reconhecemos a importância do Congresso na aprovação de medidas como o teto dos gastos públicos e reforma trabalhista. E contamos com os parlamentares para aprovar novas medidas, como a reforma da Previdência, que vão permitir reverter esse rebaixamento”, afirmou Meirelles.

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