Chineses investem R$ 35,3 bilhões no Brasil e há mais à vista

A China está cada vez mais forte no mercado brasileiro. Um estudo da Dealogic aponta que os investimentos de empresários chineses no país, de janeiro a outubro deste ano, movimentaram, pelo menos, US$ 10,84 bilhões (cerca de R$ 35,3 bilhões). Quando consideradas as compras feitas por empresas chinesas no Brasil, os números também apontam crescimento: em 2016, foram seis aquisições; neste ano, já foram 17.

 

A onda de investimentos não deve ser afetada pelas eleições presidenciais. Os analistas ainda preveem que uma segunda leva de investimentos chineses ocorra em 2018. Tal análise é embasada no fato de pelo menos dez grandes marcas estarem em processo de chegada ao país. As principais áreas de atuação são: energias renováveis, ferrovias, portos, mineração e papel e celulose, listou Daniel Lau, sócio-diretor da KPMG, ao jornal Folha de São Paulo.

 

Conforme Lau, esta entrada começou a ser analisada pelos chineses em 2012 e já está avançada. “Hoje, as perguntas que nos fazem não são mais básicas, já conhecem os entraves regulatórios, as diferenças fiscais dos Estados, os atrativos de cada região”, detalhou.

 

A expectativa é que empresas ligadas a transportes entrem no mercado ainda no primeiro semestre de 2018, de olho nos de leilões do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), como o do Ferrogrão. Sócio do banco Modal, Eduardo Centola estimou ao jornal que, em seguida, virão empresários que atuam em saúde, logística, agronegócio e telecomunicações.

A China está cada vez mais forte no mercado brasileiro. Um estudo da Dealogic aponta que os investimentos de empresários chineses no país, de janeiro a outubro deste ano, movimentaram, pelo menos, US$ 10,84 bilhões (cerca de R$ 35,3 bilhões). Quando consideradas as compras feitas por empresas chinesas no Brasil, os números também apontam crescimento: em 2016, foram seis aquisições; neste ano, já foram 17.

 

A onda de investimentos não deve ser afetada pelas eleições presidenciais. Os analistas ainda preveem que uma segunda leva de investimentos chineses ocorra em 2018. Tal análise é embasada no fato de pelo menos dez grandes marcas estarem em processo de chegada ao país. As principais áreas de atuação são: energias renováveis, ferrovias, portos, mineração e papel e celulose, listou Daniel Lau, sócio-diretor da KPMG, ao jornal Folha de São Paulo.

 

Conforme Lau, esta entrada começou a ser analisada pelos chineses em 2012 e já está avançada. “Hoje, as perguntas que nos fazem não são mais básicas, já conhecem os entraves regulatórios, as diferenças fiscais dos Estados, os atrativos de cada região”, detalhou.

 

A expectativa é que empresas ligadas a transportes entrem no mercado ainda no primeiro semestre de 2018, de olho nos de leilões do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), como o do Ferrogrão. Sócio do banco Modal, Eduardo Centola estimou ao jornal que, em seguida, virão empresários que atuam em saúde, logística, agronegócio e telecomunicações.

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