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Chanceler brasileiro recebeu R$ 500 mil de esquema da Odebrecht, diz PGR

O ministro de Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes Ferreira Filho (PSDB), recebeu R$ 500 mil em um esquema da empreiteira Odebrecht para financiar a sua campanha eleitoral de 2010, segundo informações da Procuradoria-Geral da República (PGR) publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo.

 

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não mostram doações da empresa, uma das maiores envolvidas no esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato, ao tucano, que foi eleito senador naquele ano. Contudo, a PGR não tem dúvidas que Nunes foi beneficiado por recursos.

 

“É fato incontroverso que houve o repasse de recursos para a campanha do senador Aloysio Nunes. Resta investigar a origem destes recursos e a finalidade do repasse”, escreveu a procuradora-geral da República, Raquel Elias Ferreira Dodge, ao ministro-relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Ferreira Mendes, no último dia 24.

 

Delações premiadas da Odebrecht apontaram Nunes (chamado pela empresa em suas planilhas como “Manaus”) como beneficiário de dois pagamentos – de R$ 250 mil cada – saídos do chamado “departamento da propina” da empreiteira.

 

Entretanto, a PGR informou também que o senador poderá não ser processado em razão da prescrição dos eventuais crimes cometidos, por conta da idade do atual chanceler (72 anos). O mesmo valeria para o senador José Serra (PSDB), outro investigado no mesmo inquérito – e que tem 75 anos.

O ministro de Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes Ferreira Filho (PSDB), recebeu R$ 500 mil em um esquema da empreiteira Odebrecht para financiar a sua campanha eleitoral de 2010, segundo informações da Procuradoria-Geral da República (PGR) publicadas pelo jornal Folha de S. Paulo.

 

Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não mostram doações da empresa, uma das maiores envolvidas no esquema de corrupção desvendado pela Operação Lava Jato, ao tucano, que foi eleito senador naquele ano. Contudo, a PGR não tem dúvidas que Nunes foi beneficiado por recursos.

 

“É fato incontroverso que houve o repasse de recursos para a campanha do senador Aloysio Nunes. Resta investigar a origem destes recursos e a finalidade do repasse”, escreveu a procuradora-geral da República, Raquel Elias Ferreira Dodge, ao ministro-relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Ferreira Mendes, no último dia 24.

 

Delações premiadas da Odebrecht apontaram Nunes (chamado pela empresa em suas planilhas como “Manaus”) como beneficiário de dois pagamentos – de R$ 250 mil cada – saídos do chamado “departamento da propina” da empreiteira.

 

Entretanto, a PGR informou também que o senador poderá não ser processado em razão da prescrição dos eventuais crimes cometidos, por conta da idade do atual chanceler (72 anos). O mesmo valeria para o senador José Serra (PSDB), outro investigado no mesmo inquérito – e que tem 75 anos.

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