Burocracia atrapalha desenvolvimento e estimula corrupção, diz pesquisa

A burocracia atrapalha tanto a rotina das empresas quanto a do cidadão comum. É o que constata duas pesquisas divulgadas na terça-feira (17) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).

 

Segundo a pesquisa, a maioria da população (84%) considera o país burocrático. E para 75%, o excesso de burocracia é um estímulo à corrupção. Quase 80% (77%) disse também que a burocracia dificulta a compra de bens como veículos e imóveis. Apenas 36% dos entrevistados avaliam que o governo tem sido capaz de implementar políticas de desburocratização.

 

Já entre as empresas, 90,2% disseram que o excesso de burocracia abre espaço para a corrupção. Para 94,7%, a burocracia dificulta o desenvolvimento econômico, e para 91,4% ela também afeta a competitividade das empresas.

 

A primeira pesquisa, feita em parceria com a IPSOS Public Affairs ouviu 1.200 pessoas em todo o país, entre os dias 1º e 11 de fevereiro de 2017. A segunda, feita pela própria FIESP, entrevistou 452 indústrias do Estado de São Paulo, entre 6 de fevereiro e 1º de março.

 

Os procedimentos mais burocráticos citados pelas companhias foram os relacionados a fechamento de empresas, obtenção de financiamento público, emissão de certificados/licenças ambientais e procedimentos de informações de obrigações ambientais.

 

Já entre a população, as maiores dificuldades causadas pelo excesso de burocracia foram sentidas com relação ao acesso à justiça (61%), à realização de reclamação em órgãos de defesa do consumidor (56%) e a solicitação ou cancelamento de serviços de água, luz, telefonia, internet etc.

 

Para os entrevistados, o combate à burocracia deveria ser priorizado com a redução da quantidade de leis e normas, simplificação da linguagem das obrigações e o estabelecimento de prazos máximos para que um requerimento seja concedido/aprovado.

 

“A burocracia engessa a economia e rouba tempo de quem quer empreender. É muita exigência, muita complicação. O Governo não pode pesar nas costas de quem produz. É preciso simplificar para que o país retome seu desenvolvimento, fique mais competitivo e gere empregos”, afirma Paulo Skaf, presidente da FIESP.

 

Segundo as empresas, os principais impactos da burocracia no dia a dia dos negócios são o aumento do custo de gestão (84,3%), o aumento excessivo das estruturas não ligadas diretamente à produção (69,5%) e o aumento de ações judiciais/administrativas por erros no cumprimento das obrigações (48,2%).

A burocracia atrapalha tanto a rotina das empresas quanto a do cidadão comum. É o que constata duas pesquisas divulgadas na terça-feira (17) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP).

 

Segundo a pesquisa, a maioria da população (84%) considera o país burocrático. E para 75%, o excesso de burocracia é um estímulo à corrupção. Quase 80% (77%) disse também que a burocracia dificulta a compra de bens como veículos e imóveis. Apenas 36% dos entrevistados avaliam que o governo tem sido capaz de implementar políticas de desburocratização.

 

Já entre as empresas, 90,2% disseram que o excesso de burocracia abre espaço para a corrupção. Para 94,7%, a burocracia dificulta o desenvolvimento econômico, e para 91,4% ela também afeta a competitividade das empresas.

 

A primeira pesquisa, feita em parceria com a IPSOS Public Affairs ouviu 1.200 pessoas em todo o país, entre os dias 1º e 11 de fevereiro de 2017. A segunda, feita pela própria FIESP, entrevistou 452 indústrias do Estado de São Paulo, entre 6 de fevereiro e 1º de março.

 

Os procedimentos mais burocráticos citados pelas companhias foram os relacionados a fechamento de empresas, obtenção de financiamento público, emissão de certificados/licenças ambientais e procedimentos de informações de obrigações ambientais.

 

Já entre a população, as maiores dificuldades causadas pelo excesso de burocracia foram sentidas com relação ao acesso à justiça (61%), à realização de reclamação em órgãos de defesa do consumidor (56%) e a solicitação ou cancelamento de serviços de água, luz, telefonia, internet etc.

 

Para os entrevistados, o combate à burocracia deveria ser priorizado com a redução da quantidade de leis e normas, simplificação da linguagem das obrigações e o estabelecimento de prazos máximos para que um requerimento seja concedido/aprovado.

 

“A burocracia engessa a economia e rouba tempo de quem quer empreender. É muita exigência, muita complicação. O Governo não pode pesar nas costas de quem produz. É preciso simplificar para que o país retome seu desenvolvimento, fique mais competitivo e gere empregos”, afirma Paulo Skaf, presidente da FIESP.

 

Segundo as empresas, os principais impactos da burocracia no dia a dia dos negócios são o aumento do custo de gestão (84,3%), o aumento excessivo das estruturas não ligadas diretamente à produção (69,5%) e o aumento de ações judiciais/administrativas por erros no cumprimento das obrigações (48,2%).

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